Tuesday, January 24, 2017

CORITIBA * PARTE 1

CORITIBA * PARTE 1

Coritiba Foot Ball Club, mais conhecido apenas como Coritiba, é um clube desportivo brasileiro da cidade de Curitiba. Fundado em 12 de outubro de 1909 por descendentes de alemães, é um dos clubes mais populares do Paraná e tradicionais do sul do país.
Popularmente chamado de Coxa, tem como suas cores tradicionais o verde e o branco e seu estádio é o Couto Pereira, inaugurado em 1932. Seu grande rival local é o Atlético, com quem faz o clássico Atletiba, uma das grandes rivalidades do futebol brasileiro[7] , além do duelo Paratiba, que é o clássico realizado com o Paraná Clube.
Foi o primeiro clube do futebol paranaense a conquistar o Campeonato Brasileiro, em 1985, quebrando a hegemonia de equipes de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais que perdurava desde 1971. Além desse título, o Coxa soma 37 Campeonatos Paranaenses, sendo o atual recordista de taças na história do torneio estadual e o detentor de um inédito hexacampeonato. Possui também 2 vice-campeonatos na Copa do Brasil, em 2011 e 2012 e 2 Campeonatos Brasileiros da série B, conquistados em 2007 e 2010.
O alviverde curitibano foi também a primeira equipe paranaense a participar da Copa Libertadores da América (em 1986) e a que mais jogou a divisão principal do Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil, com 36 e 19 participações respectivamente. O clube ainda detém a terceira maior a marca mundial de vitórias consecutivas em competições oficiais
Nome                     Coritiba Foot Ball Club
Alcunhas              
Coxa-Branca
Coxa
Cori
Verdão
Campeão do Povo
Campeoníssimo
Glorioso
Torcedor/Adepto
Coxa-Branca
Coxa
Coritibano
Mascote                 Vovô Coxa[1]
Fundação              12 de outubro de 1909 (106 anos)
Estádio                  Estádio Major Antônio Couto Pereira
Capacidade           40.310 pessoas[2]
Localização           Curitiba, PR, Brasil
Presidente             Rogério Portugal Bacellar
Treinador             Gilson Kleina
Patrocinador       
Caixa
Pro Tork[3]
Coca-Cola[4]
TIM
[5]
RDP
Nutrilatina
Material esportivo   Nike[6]
História do Coritiba
Fundação
FUNDADORES DO CORITIBA

No ano de 1909, diversos jovens se reuniam no Clube Ginástico Teuto-Brasileiro Turnverein, local onde os imigrantes e descendentes de alemães que residiam em Curitiba, se reuniam para a prática de esportes. Em uma das reuniões de julho a atenção de todos estava voltada para Frederico "Fritz" Essenfelder, importante membro do grupo, que apareceu no local com uma bola de couro na mão. Fritz apresentou o objeto aos colegas, explicando que se tratava de uma bola de futebol, demonstrou os principais fundamentos daquele novo esporte, além de alguns relatos que deixaram todos entusiasmados. Após aquele dia, Fritz e seus companheiros de clube, começaram a promover partidas entre eles no campo do Quartel da Força Pública.
Cquote1.svg       "Fritz fez no Paraná, o que Charles Miller produziu no Brasil: divulgou a bola e o jogo apaixonante.            Cquote2.svg
Luiz Geraldo Mazza[12]
Algum tempo depois, chegou o convite para que disputassem uma partida contra um time formado por ingleses e funcionários que trabalhavam na estrada de ferro de Ponta Grossa. Na noite dia 12 de outubro de 1909, Fritz convocou uma reunião no antigo Theatro Hauer, para poderem tomar algumas decisões para a excursão que realizariam até o interior do estado. Foi nessa reunião que decidiram fundar a primeira equipe de futebol do estado, primeiramente chamada de "Teuto-Brasileiro".
A primeira partida
No dia 23 de outubro de 1909, foi realizada em Ponta Grossa, a primeira partida oficial do Coritiba. O time adversário era chamado de Clube de Foot Ball de Tiro Pontagrossense, formado por ingleses e funcionários da American South Brazilian Engineering Co.. A partida terminou 1 x 0 para os donos da casa com gol do Elias Mota.
O time base do Coritiba naquele primeiro confronto era formado pelos próprios fundadores do Clube: (em pé) Arthur Iwersen, Erothildes Carlberg, Leopoldo Obladen, Arthur Hauer, Alfredo Labsch, Alfredo Hauer e Walter Dietrich; (no meio) Teodoro Obladen, Carlos Schleker e Roberto Juchks; (sentados) Fritz Essenfelder, Johann Maschke, Waldemar Hauer, Alvin Hauer e Rudolf Kaastrup.
A fundação do Clube
Já no dia seguinte ao jogo em Ponta Grossa, entusiasmados com o novo esporte, os jovens discutiram a possibilidade da criação de um novo clube dedicado exclusivamente a prática do futebol. Como entre os praticantes, que já ultrapassavam 50, havia pessoas de origem não-germânica, a ídeia era também tornar o novo clube independente do Clube Turnverein, que era um clube particular que não permitia a associação de pessoas que não fossem de origem alemã. Em dezembro de 1909 a idéia começou a tomar vulto iniciando-se uma série de reuniões no Theatro Hauer. Após várias reuniões, finalmente no dia 30 de janeiro de 1910 foi fundado o "Coritibano Foot Ball Club", nome pelo qual os jovens foram tratados em Ponta Grossa quando lá jogaram.
A primeira assembléia foi realizada em 21 de abril de 1910, após o clube solicitar todas as regras do esporte no Rio de Janeiro e em São Paulo. Nela aconteceu a votação para a primeira diretoria, composta pelo presidente João Viana Seiler e seu vice Arthur Hauer, primeiro e segundo secretário José Júlio Franco e Leopoldo Obladen respectivamente, primeiro e segundo tesoureiro Walter Dietrich e Alvim Hauer respectivamente, e Fritz como o capitão do time. Foi nessa assembléia que o nome do clube foi alterado para "Coritiba", antiga grafia da capital paranaense, uma vez que já havia na cidade um clube social chamado Coritibano. Com a fundação do Coritiba Foot Ball Club, abria-se o ciclo de futebol no estado do Paraná.
Décadas de 1910 e 1920
Inicia-se então a procura por um campo. O local escolhido foi o hipódromo do Guabirotuba, antigo Jockey Clube do Paraná (até 1955), e atual PUC-PR, que além de ter as arquibancadas necessárias para acomodar os torcedores, possuía no centro da pista de corridas uma grande área que não era utilizada. Após o local ser devidamente adaptado para acomodar as partidas de futebol, foi onde o Coritiba jogou até 1917, utilizado desde o dia 12 de junho de 1910, em sua primeira partida contra o Ponta Grossa Foot Ball Club (nova denominação do Clube de Foot Ball de Tiro Pontagrossense), com vitória Coritibana por 5 x 3 e assistida por pouco mais de 200 pessoas.[13]
Em 1915 são disputados pela primeira vez o Campeonato da Cidade e o Campeonato Paranaense, com o Coritiba participando nas duas competições. Já no ano seguinte, sagra-se campeão em ambas as competições. No dia 02 de julho de 1916, a goleada de 7x0 sobre o Spartano pelo campeonato estadual, se torna a primeira grande goleada do clube em jogos oficiais. O destaque do time no ano foi José Bermudes, mais conhecido como Maxambomba, que viria a se tornar o primeiro jogador de uma equipe paranaense a ser convocado para a seleção brasileira.[14] Em 1917 vence também o Torneio Afonso Camargo e passa a jogar no Parque da Graciosa, no Juvevê, onde ergueu um novo estádio no qual ficou até 1932.[15]
A década de 20 foi marcada pelo desaparecimento e fusão de vários times. Viver do futebol naquela época era muito difícil, pois os atletas ganhavam o suficiente apenas para comer. Contudo, mesmo com dificuldades o Coritiba permaneceu vivo. Em 1920 é campeão do Torneio Início. No ano seguinte, vence novamente o Torneio Início, assim como o Torneio da Cruz Vermelha e o Torneio de Tiradentes. No mesmo ano, no dia 15 de agosto, a vitória por 1x0 sobre Seleção Paulista, que era a base da Seleção Brasileira, coloca pela primeira vez o futebol paranaense em evidência a âmbito nacional. O atacante Maxambomba e o meia Gonçalo Pena são convocados para servirem a seleção brasileira no Campeonato Sul-Americano de 1921, atual Copa América. Em 1924 disputa a primeira partida oficial contra aquele que viria a se tornar seu maior rival dentro do estado, o Clube Atlético Paranaense. A partida, disputada no dia 08 de junho, termina na goleada de 6x3 para o Coritiba, com quatro gols de Ninho. No dia 15 de agosto de 1926, vence a Seleção Gaúcha por 3x1. Os gaúchos tiveram seus uniformes roubados e jogaram com a camisa do Atlético-PR. Esta partida gerou o Dia do Atleta Coritibano. No mesmo ano, no dia 07 de novembro, aplica a maior goleada da história do Campeonato Paranaense, 13x1 sobre o Paraná Sports, com cinco gols de Staco. Em 1927, já com Antônio Couto Pereira como presidente, vence o campeonato estadual numa campanha de oito vitórias em nove jogos, e com Staco marcando sete gols na vitória de 9x0 sobre o Savoia. No mesmo ano, vence também o Campeonato da Cidade e a Taça Fox, que da início a rivalidade entre Coritiba e Atlético-PR.
Décadas de 1930 e 1940
Em 1930 o Coritiba é campeão do Torneiro Início. No dia 23 de novembro, a goleada de 7x4 sobre o Atlético-PR, se torna o clássico com maior número de gols da história. No ano seguinte, vence o Campeonato Paranaense e o Campeonato da Cidade. O campeonato estadual de 1931 é um capítulo a parte na história coritibana, principalmente a decisão com o Palestra Itália, que contou com um personagem que está eternizado na história do clube, Moacir Gonçalves, o primeiro negro a vestir a camisa de um clube da capital. Moacir era treinador e jogador do Coritiba, fato comum na época. O que não era comum, eram negros na capital paranaense. Vendo sua equipe perder por 3x1, com o Palestra precisando apenas do empate, Moacir resolveu se escalar para o jogo. Faltando 20 minutos, o Coxa virou a partida, que terminou em 5x4 pro Coxa. Outro importante personagem daquela temporada foi José Fontana, um jovem gandula do Coritiba apelidado pelo capitão do time Pizzatto de "Rei dos Vagabundos", por ficar sempre deitado a espera da bola. Durante os treinos para o jogo de domingo, o goleiro titular se atrasou. Pizzatto então convocou o jovem gandula de 16 anos para o gol. Sua atuação deixou todos atônitos, e no dia seguinte foram registrá-lo na Federação para estrear já na partida de domingo. O jogo em questão, era um Atletiba na Baixada, que terminou em 1x0 pro Coxa. O melhor jogador em campo foi o goleiro, que passou a ser conhecido apenas por Rei e que, posteriormente, se tornaria o primeiro goleiro paranaense a ser convocado para defender a seleção brasileira.[16] Em 1932 vence o Torneio Início e o Torneio dos Cronistas Esportivos. No 07 dia de agosto, vence o Atletiba por 6x1 jogando na casa do rival e com um time composto, na sua maioria, por reservas. No dia 19 de novembro, é inaugurado o estádio Belfort Duarte. O jogo de inauguração foi diante do América-RJ, atual campeão Carioca, que terminou em 4x2 para o time paranaense. Segue então uma fase de vitórias em vários campeonatos, contando com Campeonato da Cidade (1933, 1935 e 1939), campeonato estadual (1933, 1935 e 1939), Torneio Arthur Friedenreich (1934) e Torneio Início (1939).
No dia 23 de janeiro de 1941, o Coritiba realiza a sua primeira partida contra uma equipe estrangeira, empatando com o Gimnasia y Esgrima La Plata da Argentina no Belfort Duarte.[17] Em 1941 e 1942 conquista o seu primeiro bicampeonato estadual, Neno marca sete gols na vitória de 10x2 sobre o Jacarezinho em 1 de fevereiro de 1942. No dia 18 de março, o amistoso que termina na vitória de 4x1 sobre o Avaí, inalgura os refletores do Belfort Duarte e se torna o primeiro jogo noturno do Paraná. No dia 08 de dezembro, o Coritiba aplica a sua primeira grande goleada contra um time de fora do estado, vencendo o Internacional por 7x4 num amistoso no Belfort Duarte.[18] Em 1943 vence o Torneio Imprensa e o Torneio Luis Aranha. Em 1944, vence o Torneio Getúlio Vargas, e no ano seguinte, conquistam o torneio Cidade de Curitiba. Na mesma época Couto Pereira deixa a presidência do clube após dois mandatos e treze anos no comando do time. Em 1946 e 1947 conquista o Campeonato da Cidade e o bicampeonato estadual. Em 1947, por se tornar campeão no aspirante, amador, juvenil eprofissional, é apelidado de campeoníssimo.[18] No dia 12 de julho de 1949, O Coritiba realiza a sua primeira partida contra uma equipe de fora do continente sul-americano, vencendo o Rapid Viena da Áustria por 4x0 na Vila Capanema.[17] O Rapid Viena era o atual campeão austríaco.
  • Pizzato: Um dos grandes zagueiros da história do clube. Dificilmente perdia uma dividida de bola e sempre vencia nas bolas aéreas.
  • Pizzattinho, o "Cabelos de Fogo": Para as gerações mais antigas, não houve nada igual ao meia no futebol paranaense. Carrasco atleticano, marcou 15 gols no arquirrival.[19]
  • Moacyr Gonçalves: Atuando pelo clube no início da dédaca de 30, se tornou o primeiro negro a jogar e treinar um time da capital paranaense.
  • Neno, Ídolo do clube e herói da pátria: Muito forte, era um pesadelo para os zagueiros, que não conseguiam impedi-lo de chutar a gol. Artilheiro dos quatro primeiros campeonatos estaduais disputados com a camisa do Coritiba. Na FEB, durante a 2° Guerra, lutou contra o nazismo e o fascismo.[20]
  • Rei, o "Rei dos Vagabundos": De gandula preguiçoso (que ficava esperando a bola deitado no gramado) à goleiro do time, se tornaria o primeiro goleiro paranaense a jogar na Seleção Brasileira.[16] [21]

Décadas de 1950 e 1960
Em 1950 o Coritiba conquista o Torneio Triangular de Curitiba, e em 1951 e 1952 o Torneio Início e o bicampeonato estadual. É campeão em 1953 dos Torneios Quadrangular Interestadual e Quadrangular de Londrina. Tanto em 1954 quanto 1956 é campeão estadual. Em 1956, já sob o comando de Aryon Cornelsen, que permaneceu na presidência até 1963. No ano seguinte, é bicampeão paranaense e ganha também o Torneio Início. Em 1959 é novamente campeão estadual, terminando a década de 50 com seis títulos estaduais conquistados.
Em 1960 o Coxa é bicampeão paranaense. No mesmo ano, perdeu o célebre jogo da moeda para o Grêmio, pela Taça Brasil. Após três empates sucessivos entre as equipes, a vaga foi decidida no cara ou coroa. Em 1967 Evangelino da Costa Neves é eleito presidente do clube, permanecendo por mais de vinte anos, em três mandatos. No dia 06 de agosto, vence o Atlético de Madrid da Espanha no Belfort Duarte, por 3 x 2, com 3 gols de Walter.[17] No dia 12 de dezembro, vence a seleção da Hungria, por 1 x 0 no Belfort Duarte.[17] A Hungria venceu a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1966.
Em 1968 o Coxa é campeão paranaense após oito anos de jejum, e também vence o Torneio Internacional de Verão. No dia 02 de junho enfrentou o Nápoli da Itália, no Belfort Duarte.[17] No dia 13 de novembro, o time do Coritiba enfrentou, com a camisa da Federação, a seleção brasileira no Belfort Duarte, resultando em 2 x 1 para o Brasil.[22]
Em 1969 o Coritiba é bicampeão estadual e faz sua primeira excursão para o exterior, participando de jogos amistosos na Alemanha, Áustria, Bulgária, Holanda e Bélgica,[23] participa também do III Torneio Cidade de Murcia, na Espanha,[23] e conquista a Taça Pierre Colon, na França.[23] Durante estes torneios, o Coxa enfrentou as principais equipes de cada país, o Valência da Espanha, o Borússia Dortmund da Alemanha, o Bordeaux da França, o Feyenoord da Holanda, o Áustria Viena da Áustria, o Levski da Bulgária, e o Anderlecht da Bélgica.
  • Krüger, o "Flecha Loira": Uma lenda viva do Coritiba. Rápido como uma flecha, chegou a ficar entre a vida e a morte quando sofreu uma trombada com o goleiro do Água Verde, em 1970. Retornou e conquistou outros vários títulos pelo clube.[24]
  • Fedato, o "Estampilla Rubia": Foi o maior zagueiro da história do Coritiba e do futebol paranaense. Ganhou destaque por ter uma postura leal em campo. Ficou 80 jogos sem receber cartões (amarelo ou vermelho).[25]
  • Duílio: Foi o maior artilheiro da história do Coritiba e do Campeonato Paranaense.[26]
  • Miltinho: Chegou ao clube com 18 anos e durante 13 anos foi titular absoluto do Coritiba e de todas as Seleções Paranaenses que foram formadas. Dono de um futebol de encher os olhos, encantava a torcida e irritava os adversários com a facilidade que chegava ao gol e com seus passes precisos.[27]
Década de 1970
Em 1970, querendo agitar a torcida e reunir recursos para aumentar o Belfort Duarte, Evangelino usa a estratégia do concorrente Atlético e passa a fazer contratações de vulto. Na primeira leva, chegam Rinaldo (ex-Palmeiras), Joel Mendes (ex-Santos) e Hidalgo (ex-XV de Piracicaba), que faria história como capitão da equipe. O time parte então novamente numa excursão internacional, participando de jogos amistosos na França, Iugoslávia, Argélia, Romênia e Portugal,[28] chegando a enfrentar durante a competição a seleção da Argélia e o Sporting de Portugal. Conquista também em 1970 e 1971 o Torneio Internacional de Verão.
Em 1971 o Coxa assume a hegemonia definitiva do futebol paranaense na chamada década de ouro. O título estadual abre a série do hexacampeonato (1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976), a maior sequência de vitórias na história do profissionalismo no futebol paranaense. No dia 18 de janeiro do mesmo ano, vence a seleção da França por 2 x 1 no Belfort Duarte.[17] Dias antes a França havia vencido a seleção Argentina.
Em 1972, na terceira excursão internacional, participando de jogos amistosos na Argélia e Marrocos,[29] participa também do Triangular na Turquia.[29] Durante a excursão, o Coxa chega a enfrentar o Fenerbahçe e as seleções da Turquia e de Marrocos. Ao retornar invicto ao Brasil, recebe a Fita Azul. No mesmo ano, enfrenta no Belfort Duarte o Benfica de Portugal e as seleções da Hungria e do Congo.[17]
Em 1973 o Coritiba vence o Torneio do Povo, se tornando a primeira equipe do sul do Brasil a conquistar um torneio de âmbito nacional. No dia 18 de junho do mesmo ano, vence a seleção do Paraguai por 1 x 0 no Belfort Duarte.[17] Conquista ainda o Quadrangular de Goiás em 1975 e a Taça Cidade de Curitiba/Taça Clemente Comandulli em 1976 e 1978. Em 1977 o nome do estádio Belfort Duarte é alterado para Major Antônio Couto Pereira, e nos anos de 1978 e 1979 o time é bicampeão estadual, terminando a década de 70 com oito títulos estaduais conquistado. Ainda em 1979, termina o campeonato nacional em terceiro lugar.
Jairo, o "Pantera": Foi o jogador que mais vestiu a camisa do clube.[30]

Década de 1980
Em 1980 o Coxa é o quarto colocado do campeonato brasileiro, tendo aplicado duas goleadas de 7 x 1 durante a competição, uma no Ferroviário e outra no Desportiva.[31] Contudo, após a competição entra em crise administrativa e financeira que reflete no futebol, e que deixou a equipe sem títulos importantes até 1985.
Em 1981 vence o Quadrangular do Trabalhador, e devido as más campanhas no Estadual, participa em 1981 e 1983 da Taça da Prata, a segunda divisão do campeonato brasileiro. Em 1983 vence o Torneio Ak-Waba, na Costa do Marfim. Neste torneio o Coritiba chegou a enfrentar a seleção da Bulgária duas vezes, pois os búlgaros, inconformada com a derrota sofrida dias antes por 2 x 0, desafiam o Coritiba para uma partida revanche que terminaria empatada em 1 x 1. Em 1984 o Coxa volta à primeira divisão e termina o Campeonato Brasileiro em oitavo lugar.
1985 - Campeão Brasileiro
Em 1985 acontece a maior glória do Coritiba e do futebol paranaense até então. Desacreditada, a equipe comandada por Ênio Andrade suplanta os desafios e conquista o título brasileiro vencendo nos pênaltis o Bangu em pleno Maracanã. Torcedores de Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo foram apoiar o Bangu, somando mais de 91 mil pagantes. Mesmo sendo campeão, o Coritiba terminou o Campeonato Brasileiro de 1985 com saldo de gols negativo. Devido a somatória da péssima primeira fase, com as fases subsequentes do Campeonato de 1985, o Coritiba é o único time do mundo que foi campeão de uma competição nacional com saldo de gols negativo, apesar de ter tido saldo negativo apenas na primeira fase.
No mesmo ano do título nacional, o Coxa conquista também o Torneio Maurício Fruet e participa de dois amistosos contra a equipe do Cerro Porteño, empatando a primeira partida por 0 x 0 em Assunción (Paraguai), e vencendo a segunda por 2 x 0 no Couto Pereira.[17]
Em 1986 o Coxa participa da Copa Libertadores da América se tornando o primeiro time paranaense a disputar a competição. No mesmo ano é campeão paranaense. No mesmo ano é rebaixado para a série B do Campeonato Brasileiro, entrando para a seleta lista de times que sofreram o rebaixamento portando o título de Campeão Brasileiro. Em 1987 é convidado para integrar o Clube dos 13 e participa da Copa União(Campeonato Brasileiro), mesmo tendo sofrido o rebaixamento em 1986, devido ao fato da CBF ter reorganizado o Campeonato Brasileiro naquele ano.
Em 1989 conquista o campeonato estadual. No mesmo ano, fazia boa campanha no Brasileiro, mas se nega a aceitar uma mudança de calendário que fazia com que o time jogasse um dia antes do Vasco da Gama – seu adversário no grupo. O Coxa então não compareceu ao jogo contra o Santos em Juiz de Fora e foi punido pela CBF com a derrota por 1 x 0, a perda de mais 5 pontos e a queda automática para a Série B. No dia 18 de junho, o Coxa vence a seleção do Japão por 1 x 0 no Couto Pereira.[17]
Década de 1990
Em 1990 o drama do ano anterior ainda abate o clube, que entra em uma nova crise que se propaga por toda a primeira metade da década. Ainda assim, o time conseguiu um bom desempenho na Copa do Brasil de 1991, chegando às semi-finais. Após dois anos amargando a segundona, em 1992 o Coxa consegue retornar para a primeira divisão do campeonato nacional, porém torna a cair em 1993. Em 1995, após uma derrota para a Sociedade Esportiva Matsubara, Evangelino Neves é pressionado a deixar o clube. Édison Mauad, Sérgio Prosdócimo e Joel Malucelli assumem o Coritiba e lutam para aplacar as dívidas e montar um bom time. Conseguem o vice campeonato da Série B, vendo seu maior rival Atlético Paranaense ser campeão, e recolocam o Coritiba na primeira divisão.
Em 1997 o Coxa é campeão do Festival Brasileiro de Futebol. No ano seguinte, no dia 19 de janeiro, vence por 3 x 1 a simpática porém limitada seleção da Jamaica, que participaria, meses depois, da Copa do Mundo.[17] No Brasileiro de 1998, o time faz uma grande campanha, acabando a primeira fase em terceiro lugar. Na fase de mata-mata, porém, é eliminado pela Portuguesa, terminando a competição na sexta colocação. Vale mencionar que no jogo da eliminação o Coritiba foi valente, vencia o jogo e poderia ter ampliado com o atacante Claudinho, que perdeu o gol da classificação tentando encobrir o goleiro da Portuguesa com dois companheiros ao lado.
Em 1999, o clube volta a ser campeão paranaense após um jejum de nove anos.
  • Alex, "O Menino de Ouro": Uma das maiores revelações da história do clube. Ídolo e craque de marca maior, retornaria para o clube que o revelou e do qual é torcedor, após 15 anos.
  • Pachequinho: Um dos atletas mais lembrados. Atuou nos anos negros do clube. Tão bom jogador que ganhou status de ídolo secular sem sequer conquistar um título pelo Coxa.
  • Cléber Arado: Após "fugir" da concentração do maior rival para assinar contrato com o Coritiba, se tornaria o artilheiro e um dos principais responsável pela conquista do Campeonato Estadual após um jejum de nove anos.
                                  RECORD DE VITORIAS PARA O CORITIBA

Década de 2000
Em 2001, o clube teve um bom primeiro semestre, sendo vice-campeão da Copa Sul-Minas e chegando à semi-final da Copa do Brasil. Porém no campeonato estadual acabou eliminado nas semi-finais mais uma vez pelo carrasco Paraná, após massacrar o jogo inteiro, acabou levando o gol da desclassificação aos 48 minutos do segundo tempo, do volante Fernando Miguel. Esse gol é lamentado até hoje pela grande partida feita pelos guerreiros coxas branca.
Em 2002, depois de um início claudicante, o Coritiba melhora na temporada e brilha como uma das melhores equipes do campeonato brasileiro. Porém, o Coxa acabou derrotado pelo já rebaixado Gama na fase de classificação, por 4 a 0 no Distrito Federal, dando adeus à possibilidade de disputar o título brasileiro. Nos próximos dias, lança o projeto de clube-empresa. Em 2003, além de ser campeão estadual invicto, chega em quinto no Campeonato Brasileiro, o primeiro de pontos corridos da história, conquistando o direito de disputar a Libertadores da América no ano seguinte. Em 2004, conquista o bicampeonato estadual e participa das copas Sul-Americana e Libertadores da América.
Em 2005, após uma campanha aquém no Campeonato Brasileiro, o time é rebaixado para a Série B da competição. Naquele ano, o Coritiba teve a quarta maior média de público do campeonato, com 18.688 pessoas por jogo. Em 2006, o time começou sob o comando do técnico Marcio Araújo, e posteriormente Estevam Soares. Após eliminações no Campeonato Paranaense e na Copa do Brasil, Estevam foi demitido, sendo substituído por Paulo Bonamigo. Durante o Campeonato Brasileiro, o Coritiba chegou a liderar a competição por diversas rodadas, mas acabou em sexto lugar, não conseguindo uma das quatro vagas disponíveis para voltar à Série A.
Em 2007, Guilherme Macuglia era o novo técnico, assumindo a posição durante o Campeonato Paranaense, a Copa do Brasil e parte do Campeonato Brasileiro. Em junho de 2007, Renê Simões é contratado como novo técnico após demissão de Macuglia. Durante esse período, os jogadores revelados pelas categorias de base do clube destacavam-se no time, como o zagueiro Henrique, os meias Marlos e Pedro Ken e o atacante Keirrison, além de jogadores como Gustavo, Túlio e o goleiro Edson Bastos. No dia 3 de novembro, com quatro rodadas de antecedência, o Coritiba garantiu matematicamente o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro ao empatar com o Vitória no Couto Pereira.[32] No dia 24 de novembro, valendo pela última rodada, com a vitória sobre a equipe do Santa Cruz no Estádio do Arruda, o Coxa sagrou-se campeão da Série B do Campeonato Brasileiro de 2007.[33]
Em 2008, vence o campeonato estadual, e no campeonato brasileiro garante uma vaga na Copa Sul-Americana. No fim do ano, a diretoria do clube anunciou um projeto do novo estádio, em uma construção começando no final de 2009 e durando dois anos.[34] No começo de novembro o projeto foi apresentado ao então prefeito da cidade, Beto Richa (que rejeitou o projeto em maio de 2009), com planos de um local multiuso para em torno de quarenta mil pessoas, com um orçamento de R$ 200 milhões.[35]
A Temporada 2009
Na temporada 2009, foi comemorado o centenário do clube, mas no primeiro semestre, a equipe perdeu o campeonato estadual para o maior rival, o Atlético Paranaense e derrotado nas semifinais da Copa do Brasil.
No Campeonato Brasileiro, o clube se manteve basicamente na zona intermediária, chegando à última rodada com chances de ser rebaixado. O jogo era em casa, contra o Fluminense, e o Coritiba precisava apenas de uma vitória para evitar o descenso. O jogo terminou empatado e a combinação deste resultado com a vitória do Botafogo perante o Palmeiras por 2 a 1, resultou no rebaixamento do clube.[36] Alguns vândalos, insatisfeitos, protagonizaram cenas de violência: invadiram o gramado para tentar agredir o árbitro e agrediram policiais, arremessando objetos. Em razão da irrefletida conduta desses vândalos, o STJD puniu o clube com a perda do mando de campo de 10 jogos e multa de 5 mil reais.[37] [38] [39] [40] O time cumpriu a íntegra da sanção desportiva, jogando mais do que um turno inteiro do Brasileirão da Série B, de 2010, longe do Estádio Couto Pereira, mandando seus jogos na Arena Joinville, situada na cidade de Joinville de onde se despediu em 07 de setembro de 2010, com vitória de 3x1 sobre a equipe do Náutico.[41]
Temporadas de 2010/2011/2012 : Dois vice-campeonatos da Copa do Brasil e supremacia no Estadual
Em 2010, o Coritiba conquista o campeonato estadual e a torcida alviverde comemora o título antecipado em cima do maior rival com vitória por 2 a 0 no Couto Pereira, com gols de Marcos Aurélio e Geraldo.[42] Durante o Campeonato Brasileiro, o time não era considerado um favorito ao título, devido ao exílio de 10 jogos em Santa Catarina, mas o clube se mostrou forte, e mesmo longe de "casa", se saiu muito bem, voltou ao Couto Pereira como líder da competição. Voltando a jogar em seu estádio no dia 18 de setembro, na vitória por 2 a 0 sobre a Portuguesa, com os 30.414 torcedores presentes (28.134 pagantes) fazendo uma grande festa.[43]
No dia 9 de novembro de 2010, com três rodadas de antecedência, o Coritiba garantiu definitivamente a volta à Série A do Campeonato Brasileiro após vencer o Duque de Caxias por 3 a 2 em São Januário.[44] No dia 20 de novembro, ao empatar com o Icasa no Romeirão, o Coxa sagrou-se campeão da Série B do Campeonato Brasileiro de 2010 com uma rodada de antecedência.[45] O time ainda mostrou uma superação incrível no ano de 2010, pois muitos acharam que após o episódio de 6 de dezembro de 2009 o time não teria chances de se recuperar em tão pouco tempo.
Em 24 de abril de 2011, precisando apenas de um empate para levar o título com uma rodada de antecedência, o Coritiba sagrou-se mais uma vez Campeão Paranaense de Futebol, ao golear por 3 a 0 Atlético Paranaense, em jogo disputado na Arena da Baixada. O bicampeonato estadual foi conquistado de forma invicta, com apenas dois empates.[46]
No dia 28 de abril, ao vencer o Caxias por 1 a 0 em jogo válido pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil de 2011, o clube entrou para a história do Futebol Brasileiro ao bater o recorde de vitórias seguidas, que até então o clube dividia com o Palmeiras de 1996, que conseguiu 21 vitórias em série, e que passa a ser do Coxa.[47] . Com a vitória sobre o Cianorte, fechando invicto o Campeonato Paranaense de 2011, e a goleada por 6 x 0 contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil, o Coxa atingiu a marca de 24 vitórias seguidas.
Ainda em 2011, o Coritiba se classificou para a final da Copa do Brasil de 2011, após vencer o Ceará, feito inédito para um clube do estado. Na final, contra o Vasco da Gama, perdeu o primeiro jogo por 1 a 0 e ganhou o segundo, em casa, por 3 a 2, perdendo a disputa no critério de gols marcados fora de casa.
Em 2012, o Coxa venceu novamente o Campeonato Paranaense, vencendo o time Sub-23 do Atlético Paranaense e atingindo o tricampeonato e também se classificou novamente para a final da Copa do Brasil. Porém, na decisão do torneio nacional, mais uma vez ficou em segundo lugar, novamente diante de sua torcida, com um empate (1 a 1) contra o Palmeiras[48] . O clube paranaense já havia sido derrotado na primeira partida ante a equipe palestrina por 2 a 0, em Barueri[49] . Na Copa Sul-Americana, eliminação precoce: derrota por 1 a 0 para o Grêmio em Porto Alegre[50] e vitória por 3 a 2 no Couto Pereira[51] classificaram a equipe gaúcha para a fase final da competição pelo critério dos gols marcados como visitante.
O HINO DO CORITIBA

Títulos

HONRARIAS
           Competição                      Títulos  Temporadas
Recorde mundial de vitórias consecutivas (recorde sustentado entre 2011 até março de 2015)       1           2011Cscr-featured.png
NACIONAIS
           Competição                      Títulos  Temporadas
           Campeonato Brasileiro   1            1985
           Campeonato Brasileiro - Série B 2 2007 e 2010
           Torneio do Povo              1            1973
ESTADUAIS
           Competição                      Títulos  Temporadas
Campeonato Paranaense          37          1916, 1927, 1931, 1933, 1935Cscr-featured.png, 1939, 1941, 1942, 1946, 1947, 1951, 1952, 1954, 1956, 1957, 1959, 1960, 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979, 1986, 1989, 1999, 2003Cscr-featured.png, 2004, 2008, 2010, 2011Cscr-featured.png, 2012 e 2013
Torneio Início do Paraná          10          1920, 1921, 1930, 1932, 1939, 1941, 1942, 1951, 1952 e 1957
CAMPANHAS EM DESTAQUE
           Competição                      Títulos  Temporadas
           Vice-campeão da Copa do Brasil    2          2011 e 2012
           Vice-campeão da Copa Sul-Minas 1          2001
Cscr-featured.pngInvicto
Clube
Simbolos
Nome
Seu nome remete a capital do Paraná, segundo a grafia adotada na época: Coritiba. A ortografia atual e oficial da cidade foi estabelecida em 1919, dez anos após a fundação do clube. Mas em nome de uma velha e honrada tradição, o clube manteve sua grafia original. O mesmo ocorre com os vocábulos foot ball e club, incorporados em inglês por não existir, na época, correspondentes semelhantes na língua portuguesa.
A palavra Curitiba recebeu durante a história diversas ortografias diferentes, como Coritiba e Curityba. Isso em consequência da língua tupi, na época, ser transmitida apenas foneticamente, recebendo então diversas adaptações livres para o português. Coritiba era a grafia adotada pelos imigrantes europeus, enquanto Curityba era uma grafia mais "abrasileirada". Tanto a grafia Curityba quanto Coritiba, eram consideradas corretas, e tinham por finalidade exprimir, em tupi-guarani, o termo "muito pinhão" ou "muito pinheiro". O pinheiro e o pinhão, por sua abundância, são dois dos símbolos oficiais do estado do Paraná.
Muitas cartas, jornais e documentos da época, até hoje existentes na biblioteca de Curitiba, usavam normalmente a grafia Coritiba. Hoje em dia, a grafia tupi oficial para o termo é Core-é-Tuba.[52]
Cores
Suas cores, o verde e o branco, remetem às cores da bandeira do estado do Paraná.
Fundado em 12 de outubro de 1909, o Coritiba é o clube "alviverde" mais antigo do futebol brasileiro, e um dos mais antigos do mundo.
Escudo
ESCUDOS DO CORITIBA

Conforme o 9º parágrafo do Capítulo II do Estatuto do clube[53] , o emblema é constituído por um círculo, simbolizando o globo terrestre; nas partes superior e inferior, desenho raiado, lembrando calotas polares em visual de alto relevo; em torno do círculo, no interior de duas linhas paralelas periféricas, está grafado o nome CORITIBA FOOT BALL CLUB, por extenso, com a grafia PARANÁ no espaço inferior; e, com destaque no centro de globo, as iniciais CFC.
O Itabaiana Coritiba Foot Ball Clube de Sergipe, o Comercial Futebol Clube de Alagoas e o São Bento Futebol Clube de Santa Catarina, bem como o Olaria [54] , equipe de futebol amador de Curitiba, tiveram seus escudos inspirados no do Coritiba.
Bandeira
Está lá, no Capítulo II, Artigo 8º do Estatuto do Clube: “O pavilhão do Coritiba tem o seu emblema situado em destaque no ângulo superior esquerdo, de onde saem traços representando raios alternados nas cores verde e branca, ocupando o espaço todo”.
A bandeira se tornou uma imagem do Coritiba, que vale toda a tradição e grandeza que faz do Coxa uma das grandes forças do futebol no nosso país.
O pavilhão do Coritiba é uma das marcas mais bonitas na vida do Clube, seja por sua origem ou representatividade. Por onde vai, o torcedor coxa-branca leva orgulhoso a sua bandeira, marca de amor ao seu Clube. Assim como há mais de um século, a bandeira do nosso Glorioso ostenta o mesmo significado em nossas vidas: “Coritiba, tu és o sol que ilumina o meu caminho”.
Mascote
MASCOTA DO CORITIBA

O clube mais tradicional do Paraná não poderia ter mascote diferente. O time do Coritiba é representado por um simpático velhinho de descendência alemã, carinhosamente chamado de "Vovô Coxa" em homenagem ao fotógrafo e torcedor do clube Max Kopf. O clube é o mais antigo do Paraná, tendo completado 100 anos no dia 12 de outubro de 2009. O mascote representa assim a origem e toda a tradição do Coritiba e do futebol no estado do Paraná.
Apelido (Coxa-Branca)
Devido aos primeiros times do Coritiba serem formados basicamente por descendentes de alemães, isso virou alvo para as provocações vindas das torcidas adversárias.
Em 1941, durante um Atletiba decisivo, o então torcedor e futuro presidente do Atlético Paranaense, Jofre Cabral e Silva, tomado pelas emoções do clássico, não parou de gritar, "Alemão, quinta coluna!", "Coxa-Branca, quinta coluna!", entre outros xingamentos contra o zagueiro alviverde Hans Egon Breyer. Breyer, nascido na Alemanha, veio com a família para o Brasil aos seis anos de idade, e estreou em 1939 no Coritiba.
A ofensa preconceituosa vinda dos torcedores rivais acabou "pegando". No início incomodava não só o presidente Couto Pereira como toda a torcida coritibana. O apelido ganhava um tom ainda mais pejorativo pois era um período onde a Segunda Guerra Mundial acontecia. A alcunha tanto mudou a vida de Breyer que foi graças a ela que o jogador se desgostou do futebol e acabou deixando o clube em 1944, com 24 anos.[55]
Desde a década anterior, quando o nazismo ganhou força, o clube convivia com insinuações de preconceito racial. Acusações que o presidente Couto Pereira rebatia prontamente. Seu exemplo preferido era o negro Moa­­cyr Gonçalves, jogador e técnico nos anos 30, o primeiro negro a vestir a camisa de um clube da capital. Citava também o capitão Anibal, Biguazinho e os irmãos Bananeiro e Janguinho, que atuaram nos anos 40. Históricamente, quatro dos cinco jogadores que mais vestiram a camisa do Coritiba em toda a sua história são negros: Jairo, Nilo, Reginaldo Nascimento e Édson Bastos.
Apesar de sua origem germânica, até a data em questão já haviam passado pelo Coritiba imigrantes e descendentes de italianos, poloneses, espanhóis, holandeses, dinamarqueses, entre outros. O próprio presidente do clube, Couto Pereira, era cearense, e o fundador, "Fritz" Essenfelder, argentino. Históricamente, é o primeiro clube paranaense a ter no elenco um jogador europeu (alguns dos fundadores do clube em 1909), um jogador latino-americano (Fritz, da Argentina, em 1909), um jogador oriental (Kazu, do Japão, em 1989) e um jogador africano (Geraldo, de Angola, em 2009).
Apesar do preconceito sofrido, a própria história do Coritiba o descaracteriza como um clube racista ou única e exclusivamente de alemães. Curiosamente, o rival que tanto insinuava que o clube coritibano era racista, foi ter seu primeiro jogador negro no elenco apenas 33 anos após o primeiro negro vestir a camisa do Coritiba.[56]
Com o tempo, o torcedor coritibano viu que não havia motivos para sentir-se envergonhado com sua origem germânica, e adotou com orgulho a alcunha de coxa-branca. A colônia germânica é a segunda maior do Paraná (em números, atrás apenas da italiana), e foi muito importante para o crescimento social, econômico e cultural da capital paranaense. Hoje em dia a expressão já perdeu seu caráter pejorativo, e passou a ser utilizada para se falar dos torcedores e jogadores do Coritiba, que em razão disso também é chamado de "Coxa".
Não há registo exato, mas a comemoração do título estadual de 1969 é apontado como marco para a união entre torcida e apelido. Vem daquela partida contra o Água Verde, no Estádio Oresthes Thá, o registro dos primeiros gritos da arquibancada de "Coxa, Coxa, Coxa!".[57] [58]
Torcida

Além de ser o clube mais tradicionais do estado, a torcida Coxa Branca é também uma das mais tradicionais do Paraná. Já em 1939, Pinha (Luis Vila), ex-goleiro do Coxa, criou a primeira torcida organizada do estado do Paraná, que contava com batucadas e cantos de incentivo, se diferenciando das rivais.[59]
Em 1986 e 2004, estiveram presentes, pela Copa Libertadores da América, em todos os países no qual o Coritiba disputou o torneio, tais como Peru, Paraguai e Argentina. Sua principal torcida organizada é a Império Alviverde,[60] e também há a Mancha Verde.
Os torcedores ainda compareceram nos 10 jogos do time em Joinville durante a severa punição imposta ao clube, levando um total de 33.156 torcedores e com uma média de 3.315 pessoas por jogo mesmo jogando 130 quilômetros longe de Curitiba, demonstrando que a força e paixão pelo clube não tem limites.[61]
Tradicional em todo o Sul do Brasil, a torcida do Coxa está entre as maiores entre os clubes sulistas.[62] [63] Uma pesquisa feita pelo IBOPE em 2010, aponta o clube paranaense como a 4º maior torcida da Região Sul.[64] [65] A torcida coritibana ainda possui as maiores médias de público no campeonato estadual, dono da maior média em 14 dos últimos 20 anos (1994 á 2013).
A torcida do Coritiba é também conhecida por realizar no Couto Pereira um dos espetáculos mais belos do futebol, o Green Hell (Inferno Verde) que leva os torcedores a inovarem cada vez mais em pirotecnia, fumaça, papel e luminosos, seja durante a noite ou dia.
Uma antiga e folclorica tradição da torcida coxa-branca, é vestir com a faixa de campeão o Homem Nu, localizado na Praça 19 de Dezembro, no centro de Curitiba, como parte da comemoração pelas conquistas do clube. A estátua feita em granito, é de autoria dos artistas Erbo Stenzel e Umberto Cozzo
TORCIDAS ORGANIZADAS DO CORITIBA


TREINADORES
Abaixo os dez técnicos que mais treinaram o time [1] :
Pos   Treinador                    Jogos   Período
1º      Felix Magno                 196       1950-1951, 1954-1959 e 1965-1966
2º      Dirceu Krüger              184       1979-1997 (alternados)
3º      Tim                               126       1971, 1973 e 1979
4º      Bonamigo                     123       2002-2003 e 2006
5º      Marquinhos Santos       118       2012-2013 e 2014-2015
6º      Marcelo Oliveira           1121     2011-2012
7º      Antônio Lopes              96         2004-2005
8º      Carpegiani                    95         1990 e 1995
9º      Ivo Wortmann              93         2000-2001 e 2009
10º    Lanzoninho                   91         1972, 1974 e 1977
ENIO ANDRADE UM GRANDE TREINADOR


Estádio
O estádio Major Antônio Couto Pereira foi fundado em 1932 e tem capacidade atuaal para 40.310 pessoas, sendo chamado pelos torcedores e pela imprensa, de Couto Pereira ou Alto da Glória.
O terreno do estádio foi doado por Nicolau Scheffer, ou vendido por um preço simbólico, em razão de impostos. Na época, se tratava de um local longínquo, sendo que era comum se dizer, à época, que não seria viável, em razão da distância.
Em uma reforma ocorrida em 2005 as dimensões do gramado foram ampliadas e as grades de proteção foram removidas, facilitando a visualização do jogo em todos os setores do estádio. Além disso, equipamentos como bancos de reserva e traves foram modernizados, bem como todo o gramado trocado e feitas reformas nas instalações internas (vestiários e salas).
Intitulado originalmente Estádio Belfort Duarte, seu nome foi modificado para o atual em 1977 após reformas para ampliação, como homenagem a um dos maiores responsáveis por o estádio ter saído do papel para se tornar realidade.
O ESTADIO COUTO PEREIRA EM CORITIBA

CT da Graciosa
Em 1988 o presidente Bayard Osna determinou a construção de um centro de treinamento para o Coritiba. Foi adquirido um terreno na antiga estrada da Graciosa, próximo ao trevo do Atuba, a cerca de nove quilômetros da sede principal, no Alto da Glória. Mas foi somente em 1995 que o segundo passo foi dado. Joel Malucelli, Sérgio Prosdócimo e Édson Mauad assumiram o Coritiba e deram início às obras.
O engenheiro José Arruda, na época vice-presidente do clube, foi escolhido como responsável para enfrentar esse desafio e o fez com confiança e determinação, contando com o apoio de uma competente comissão de obras. A maior parte do dinheiro que viabilizou a construção veio de contribuições mensais do Conselho Deliberativo, presidido na época por Manoel Antonio de Oliveira.
O CT da Graciosa foi inaugurado no dia 20 de dezembro de 1997. Após muita dedicação e trabalho de todos que ajudaram, o sonho se tornou realidade. Em 2002, Giovani Gionédis assumiu o clube e começou um planejamento estrutural arrojado, que se iniciou com a ampliação e modernização do patrimônio alviverde.
Hoje, o Centro de Treinamento Bayard Osna se tornou uma das referências de modernidade e de espaço para o trabalho dos profissionais do futebol. O trabalho sério fez do Coritiba um dos clubes do país com uma das melhores estruturas. Nela, está galgado o trabalho de aperfeiçoamento da base e a cada ano craques despontam nos seus gramados, sempre com acompanhamento dos melhores profissionais, até chegarem à equipe profissional e tornarem-se ídolos coxa-brancas.
O CT conta com cinco campos oficiais de futebol (70x110m), com diferenciados gramados. Além disso, três vestiários, piscina térmica, estacionamento, comitê de imprensa. Para a área médica existe uma moderna clínica de fisiologia, uma completa academia, além de clínicas de fisioterapia, psicologia e nutrição.
Uniformes
Jogadores
  • 1º - Camisa branca com duas listras horizontais verdes, calção preto e meias brancas.
  • 2º - Camisa verde com listras verticais brancas, calção branco e meias verdes.
  • 3º - Camisa azul com duas listras horizontais pretas, calção e meias pretas.
  • 3º - Camisa verde, calção e meias verdes.
Material Esportivo
Período                       Fornecedor
A partir de Maio de 2016      Adidas
2012-2016                   Nike
2008-2011                   Lotto
2006-2007                   Diadora
1997-2005                   Penalty
1990-1996                   Umbro
1989-1990                   Campeã
1987-1988                   Arcal - Umbro
1981-1987                   Adidas
1980                            Penalty









Ídolos
Década de 1910 Fritz Essenfelder - Maxambomba
Década de 1920 Ninho - Pizzatto - Staco
Década de 1930 Pizzattinho - Emílio - Rei
Década de 1940 Neno - Merlin - Tonico - Breyer
Década de 1950 Miltinho - Duílio - Fedato - Lanzoninho - Carazzai
Década de 1960 Krüger - Nico - Bequinha - Cláudio - Nilo - Dirceu - Paulo Vecchio
Década de 2010 Vanderlei - Rafinha - Emerson - Geraldo - Willian

TIME IDEAL DO CORITIBA: hidalgo hermes tostao fedato jairo oberdan ze roberto alex adriano kruger keirrison

O CORITIBA DOS SONHOS

Maiores recordistas
  • O maior artilheiro da história do Coritiba é Duílio, com 202 gols em partidas oficiais. Duílio é também o maior artilheiro da história do Campeonato Paranaense, e seu filho, zagueiro com o mesmo nome, atuaria pelo Coxa nos anos 1980.
  • O maior artilheiro do Coritiba em uma única edição do Campeonato Paranaense é Duílio, que marcou 34 gols em 1960.
  • Os jogadores que mais vezes foram artilheiros do Campeonato Paranaense pelo Coritiba são Duílio, quatro vezes (1955, 1957, 1958 e 1960), e Neno, também quatro vezes (1941, 1942, 1943 e 1944).
  • O maior artilheiro do Coritiba no Campeonato Brasileiro é Zé Roberto, que marcou 33 gols entre 1972 e 1974.
  • O maior artilheiro do Coritiba em uma única edição do Campeonato Brasileiro é Keirrison, com 21 gols em 2008.
  • O maior artilheiro do Coritiba em uma temporada é Keirrison, que em 2008 marcou 41 gols em 51 jogos.
  • O maior artilheiro do Coritiba em uma única partida é Neno, com 7 gols marcados na vitória de 10x2 sobre o Jacarezinho em 1 de fevereiro de 1942.
  • O maior artilheiro do Coritiba em Atletiba é Neno, que marcou 20 gols no arquirrival entre 1941 a 1947 e 1951 a 1953.
  • O maior zagueiro artilheiro da história do Coritiba é Pereira, com 22 gols marcados entre 2009 e 2013.
  • O jogador que mais atuou pelo Coritiba é o goleiro Jairo, com 440 partidas oficiais.
  • O jogador que por mais tempo atuou pelo Coritiba é Fedatto, que jogou durante 13 anos no clube, de 1946 à 1958.
  • O jogador que mais teve conquistas pelo Coritiba é o goleiro Jairo, campeão Paranaense 7 vezes (1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976 e 1986), campeão do Torneio do Povo de 1973 e Campeão Brasileiro de 1985.
  • O jogador que mais títulos estaduais ganhou pelo Coritiba é Cláudio Marques, campeão 8 vezes (1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1978 e 1979).
  • Dirceu (ex-Atlético de Madrid / falecido), Alex (ex-Fenerbahçe / Coritiba), Adriano (Barcelona), Rafinha (Bayern de Munique), Ricardinho (Malmö), Lucas Mendes (Olympique de Marseille), Henrique (ex-Barcelona / Palmeiras), Kerrisson (ex-Barcelona / Coritiba), Duílio (ex-Sporting / aposentado), são alguns dos jogadores formados nas categorias de base do Coritiba e que obtiveram reconhecimento ou prestigio internacional.
  • De acordo com pesquisa feita pela Placar em 2000, tanto com a crítica quanto com o público, Dirceu (Olimpíadas de 1972, Copa do Mundo de 1974, 1978 e 1982) foi considerado o melhor jogador que já passou pelo clube.
Grandes Times do Coritiba
Algumas revistas especializadas elegeram a melhor equipe do Coritiba de todos os tempos, formada pelos melhores jogadores a vestir a camisa do clube até a data em questão. Os dois únicos jogadores a figurar nas três listas citadas são Fedato e Miltinho. Jairo, Hidalgo, Nilo, Krügger e Zé roberto aparecem em duas das três listas.[89]
Grandes Times Brasileiros (1971) 
Joel - Tonico, Fedato, Pescuma, Carazzai - Miltinho, Hidalgo, Tião Abatiá - Baby, Ivo, Ronald
Lance! - Especial (2005) 
Jairo - Hermes, Fedato, Oberdan, Nilo - Miltinho, Hidalgo, Alex, Krügger - Zé Roberto, Aladim
Placar - Especial (2009) 
Jairo - Ninho, Fedato, Pizzatinho, Nilo - Miltinho, Zé Roberto, Krügger - Lela, Duílio, Pachequinho
Jogadores convocados para Seleções Nacionais
Jogadores que, atuando pelo Coritiba, foram convocados pela Seleção de seus respectivos países: (por ordem alfabética)
·                       Tonico 1942
Jogadores estrangeiros (por ordem alfabética)
  • Adolfo Naujoks
  • Agapito Sánchez
  • Anselmo Vendrechovski Junior (Juninho)
  • Antonio Adolfo Esmerode Domínguez (Uru)
  • Ariel Gerardo Nahuelpan Osten (Ariel Nahuelpan)
  • Arthur Iwersen
  • Artur Guilherme Moraes Gusmão (Artur Moraes)
  • Carlos Espiniza Aragonês
  • Darío Bottinelli
  • Eduardo Francisco Dreyer (El Gringo)
  • Estanislao Struway Samaniego
  • Estanislau Delles (Staco)
  • Flávio Rogério Ribeiro
  • Frederico Fernando Essenfelder (Fritz)
  • German Angel Segovia Riquelme
  • Hans Egon Breyer (Coxa-Branca)
  • Hermenegildo da Costa Paulo Bartolomeu (Geraldo)
  • Johann Maschke
  • Jorge Daniel Fossati Lurachi (Jorge Fossati) (Uru)
  • Jorge Fernando Seré Dulcini (Jorge Seré)  (Uru)
  • Jose Bermudes
  • Kaiser Cornelsen
  • Kazuyoshi Miura (Kazu)
  • Kurt Friedrich
  • León Dario Muñoz Hernandez
  • Liédson da Silva Muniz
  • Luiz Abram
  • Luiz Cáceres
  • Juan Luis Bermudes (Ninho)
  • Marcelo Lipatin Lopez (Uru)
  • Martín Artigas Taborda de Oliveira (Uru)
  • Miodrag Anđjelković (Andjel)
  • Ognibene Battista Bonato (Gibein)
  • Pedro Virgílio Rocha Franchetti (Pedro Rocha)  (Uru)
  • Kaiser Cornelsen
  • Raúl Alejandro Iberbia
  • Raúl Ruidíaz
  • Ricardo Sanabria Acuña
  • Rudolf Kaastrup
  • Sergio Daniel Escudero
  • Thiago Gentil
  • Victor Hugo Aristizábal Posada
  • Victorio Delles (Corruíra)
  • Wilhelm Haasper (Bahú)
Treinadores estrangeiros
  • Alfonso Darío Pereyra Bueno (Uru)
  • Felix Magno (Uru)
Recordes
Goleadas
Maiores goleadas aplicadas
Contra clubes paranaenses[90]
Data         Placar  Adversário          Local                     Campeonato                          
07/11/192 13x1 Paraná (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1926)                 
21/06/1952 11x0 Bloco Morgenau (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1952)
28/08/1965 11x0 Olímpico (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1965)            
27/06/1953 10x0 Britânia (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1953)              
17/03/1940 10x0 Pinheiral (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1939)            
11/08/1929 10x0 Paranaense (PR)      Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1929)    
Contra clubes de fora do estado[90]
Data         Placar Adversário           Local           Campeonato                                      
16/08/1995 8x0   Ferroviária (SP) Curitiba (PR Campeonato Brasileiro (2a divisão) (1995)       
16/04/1980 7x1   Ferroviário (CE)     Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (1980)         
04/05/1980 7x1   Desportiva (ES)      Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (1980)         
08/12/1942 7x4   Internacional (RS)  Curitiba (PR) Amistoso (1942)                               
Dez maiores públicos do Coritiba no Estádio Couto Pereira
Coritiba 0 x 2 Flamengo-RJ, 58.311 pessoas, em 21/05/1980, Campeonato Brasileiro[91]
Coritiba 0 x 0 Atlético-PR, 55.164 pessoas, em 17/12/1978, Campeonato Paranaense
Coritiba 2 x 0 Colorado-PR, 53.571 pessoas, em 16/09/1979, Campeonato Paranaense
Coritiba 3 x 0 Atlético-PR, 52.028 pessoas, em 01/05/1990, Campeonato Paranaense
Coritiba 1 x 0 Corinthians-SP, 51.662 pessoas, em 11/05/1980, Campeonato Brasileiro

Vitórias consecutivas
O Coritiba foi o recordista mundial de vitórias consecutivas, feito conquistado durante a temporada de 2011 e mantida até março de 2015, caindo para a terceira colocação. A tabela a seguir registra as 24 vitórias,sendo a maioria elas no campeonato paranaense.[
O time-base titular nesta sequência de vitórias era Edson Bastos; Jonas, Pereira, Emerson e Eltinho (Lucas Mendes); Leandro Donizete (William), Léo Gago, Rafinha e Davi; Marcos Aurélio (Anderson Aquino) e Bill. Técnico: Marcelo Oliveira.
Clássicos
Atletiba
Atletiba é o nome dado ao confronto entre o Coritiba e o Atlético Paranaense, ambos clubes da cidade de Curitiba, que ocorrem desde 8 de junho de 1924, quado o Verdão goleou o rival pelo placar de 6 a 3.[93] Com o passar dos anos a rivalidade foi aumentando, atualmente considerada uma das maiores rivalidades da região sul do país, fruto dos inúmeros jogos decisivos que disputaram estes dois rivais, tornando-os os clubes com maiores torcidas do estado do Paraná.
Os números do confronto são favoráveis ao Coritiba. Dos 352 Atletibas disputados, o Coritiba venceu 134, houve 109 empates e 109 vitórias do Atlético. O Coritiba marcou 536 gols e sofreu 482.[93]
A maior do goleada do confronto foi Coritiba 6x0 Atlético, em 14 de novembro de 1959.
Para-Tiba
Para-Tiba é o nome dado ao confronto entre o Coritiba e o Paraná Clube, ambos clubes da cidade de Curitiba. É o segundo maior clássico do estado do Paraná, ficando atrás apenas do Atletiba em termos de importância e atual relevância.
Os números atuais do confronto ditam 93 jogos, com 35 vitórias do Coritiba, 31 do Paraná e 27 empates. Foram 113 gols do Coritiba e 117 do Paraná.[94]
Valor de mercado
De acordo com um ranking de 2014 da consultoria BDO RCS Auditores Independentes, o Coritiba detinha o décimo terceiro maior valor de mercado do futebol do Brasil e a entre clubes paranaenses, com 118,5 milhões de reais


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