miércoles, 21 de diciembre de 2016

OPERARIO DE CAMPO GRANDE

OPERARIO DE CAMPO GRANDE
Operário Futebol Clube, conhecido também como Operário de Campo Grande, é um clube brasileiro de futebol sediado na cidade de Campo Grande, no estado de Mato Grosso do Sul. O Galo, como é conhecido, é o maior campeão sul-mato-grossense, com dez conquistas, além de em quatro oportunidades ter vencido o Campeonato Mato-Grossense, antes da separação estadual. No ano de 1982 foi indicado pela CBF para um campeonato internacional na Coreia do Sul e conquistou seu título internacional mais importante. Em 1987, o Operário juntamento com o Americano venceram os módulos Branco e Azul do Campeonato Brasileiro Serie B, e por consequência a competição. Porém esta edição da Série B não é oficial, e os títulos não são reconhecidos pela CBF.[1]
Nome                     Operário Futebol Clube
Alcunhas               Galo
Torcedor/Adepto  Operariano
Mascote                 Galo
Fundação              21 de agosto de 1938 (77 anos)
Estádio                  Estádio Universitário Pedro Pedrossian (Morenão)
Capacidade         44.355 pessoas
Mando de jogo em   Estádio Jacques da Luz (Estádio das Moreninhas)
Capacidade (mando)           4.500 pessoas




HISTORIA DO OPERARIO FUTEBOL CLUBE

Fundado em 21 de agosto de 1938 por operários da construção civil liderados pelo pintor Plínio Bittencourt, o clube se profissionalizou apenas na década de 1970. No fim dos anos 70 e início dos anos 80, o Operário fez boas campanhas no Campeonato Brasileiro.
Auge
Tricampeão mato-grossense (1976/1977/1978), o clube seguiu com sua hegemonia estadual quando Mato Grosso do Sul foi criado. No Campeonato Brasileiro de 1977, dirigido por Carlos Castilho, realizou uma das melhores campanhas de um clube do centro-oeste na história do Campeonato Brasileiro: terceiro lugar na classificação final. Com o goleiro Manga, o time despachou no caminho equipes como o Fluminense. Nas semifinais, enfrentou o São Paulo. O jogo de ida aconteceu em São Paulo, onde foi derrotado pelo tricolor paulista, quando 103.092 pessoas lotaram o Morumbi,[2] batendo o recorde de público em jogos do São Paulo em campeonatos brasileiros, que persistia até há poucos anos. Segurou o 0 a 0 até os 32 minutos do segundo tempo, quando Serginho Chulapa abriu o placar.
Venceu o São Paulo no jogo de volta em Campo Grande, por 1 a 0, mas foi eliminado da competição no saldo de gols. O gol foi marcado por Tadeu Santos. Em 1979 e em 1981, foi, respectivamente, o quinto e sétimo colocado no Brasileirão.
Grande Elenco
Em 1981, montou novamente um grande elenco, tendo um meio de campo com Garcia, Artuzinho e Pastoril considerado até hoje o melhor de todos os tempo do Galo da Bandeirantes, consequentemente sagrou-se tricampeão sul-mato-grossense.
Título Internacional
Em 1973 o Operário fez uma excursão na antiga União Soviética a convite da CDB hoje CBF e conquistou o seu primeiro título internacional.
O clube foi convidado a representar o Brasil em um campeonato Internacional com dez clubes de vários continentes. O Operário com uma apresentação de Gala e com um grande time chegou e venceu em 1982, o Bayer Leverkusen na final do President Cup, disputada na Coreia do Sul.[2] É o título mais importante da história do clube.
Título Nacional
Em 1987 foi realizada pela CBF a décima edição do Campeonato Brasileiro Serie B, foi disputada por 48 equipes divididas em 2 módulos: Módulo Azul e Módulo Branco.
Jogando
contra 24 equipes do Brasil, o Operário fez a final contra o Paysandu e venceu o Campeonato Nacional pela primeira vez.

Decadência e ressurgimento
A partir de 1987, com a criação do Clube dos 13, equipes de porte médio, como o Operário, ficaram de fora da elite do futebol nacional. Começou aí a decadência do Galo e o esvaziamento dos torcedores no Morenão. Por ser uma equipe de massa, o Operário sofreu mais diretamente com esta mudança.
Neste período o clube viveu uma conturbada disputa política nos bastidores com a Federação por não ter brigado pela vaga do clube, pois todos os envolvidos na época tinha a certeza que o Operário deveria ter sido incluído no então criado clube dos 13, pois tinha mais história e conquista do que por exemplo o Goiás. 
Nos anos seguintes o Operário se tornou o maior Campeão Sul-Mato-Grossense de futebol ganhando os títulos  de 1988, 1989, 1991, 1996 e o seu último campeonato no ano de 1997. Em 2015 completam 18 anos que a maior torcida do Estado não grita é Campeão. Mesmo assim o seu maior rival (Comercial) não passou até hoje o clube em numero de títulos.  
Rebaixamento e suspensão
No século novo, o clube passou por um período de ostracismo, até a chegada de 2008. Uma nova parceria que deu esperança para a torcida operariana. Com jogadores como Macedo (ex-São Paulo) e Ânderson Lima (seleção brasileira), além de ser patrocinado por uma grande fornecedora de material esportivo, deu condições para que o clube tivesse a oportunidade de uma vitoriosa campanha no brasileirão da Série C, mas infelizmente o time não passou da primeira fase.
Em 2009, com uma campanha fraca com 2 vitórias, 1 empate e 13 derrotas o clube é rebaixado para a Série B do estadual pela primeira vez em sua história. No ano seguinte faz uma boa campanha na Série B, mas acaba terminando em terceiro lugar na classificação ficando de fora da zona de acesso. No entanto, por conta da desistência do Costa Rica Esporte Clube de disputar a Série A em 2011, o Operário herda a vaga e retorna para a primeira divisão.
O ano de 2011 sem planejamento nenhum de sua diretoria toda esfacelada a equipe sem organização marca negativamente a história gloriosa do clube com um novo rebaixamento. Uma campanha pífia no estadual (duas vitórias em 14 jogos) e vários incidentes extra campo. O clube foi punido pela Federação de Futebol com a perda de seis pontos na tabela por escalação irregular de um jogador.
Briga com a Federação
O presidente em exercício da época Toni Vieira procurou o Ministério Público Estadual para denunciar supostas irregularidades de dois adversários. A reação da Federação foi imediata: suspensão das competições oficiais por dois anos. Segundo a entidade, o Operário contrariou o regulamento ao procurar a justiça comum para solucionar conflitos. Em 2012 o clube sem apoio financeiro não disputou a competição da série B, além das brigas e problemas políticos com a Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul.
Em 2013 o Operário Futebol Clube voltou aos gramados por insistência de seus torcedores e das torcidas organizadas Garra Operariana & Esquadrão Operariano. Teve um bom elenco montado pelo ex-jogador Jean Carlos, mas por problemas administrativos e principalmente financeiros o clube foi eliminado nas semifinais pelo organizado e bem administrado Ubiratan Esporte Clube que acabou levando o título deste ano diante do Costa Rica Esporte Clube, conseguintemente os dois clubes subiram para a série A em 2014, assim mais uma vez o presidente Toni Vieira fracassou em sua última tentativa de levar o Galo Pantaneiro de volta a elite do futebol do Mato Grosso do Sul.
Novo Presidente
No dia 21 de Agosto de 2014 quando o Operário Futebol
Clube comemorou 76 anos da sua criação foi realizada uma nova eleição no clube, na oportunidade foi eleito presidente Estevão Petrállas e sua nova diretoria com uma chapa de consenso.
Com um desafio pela frente o presidente Petrállas disputou o estadual de 2014 sem planejamento para participar do campeonato da série B de 2014. Mesmo não conseguindo a vaga para séria A de 2015, o clube fez uma boa campanha terminando em terceiro lugar.

A diretoria estruturou e realizou uma verdadeira revolução dentro do clube: Organizando as categorias de base e regularizando os documentos do clube e também investindo na divulgação da TIMEMANIA do Operário. Para a Série B de 2015, os diretores buscaram patrocinadores para dar suporte para a nova gestão no departamento de futebol profissional que naquele ano teria a participação ativa do Presidente Estevão. "Nosso único objetivo neste ano além de conquistar a desejada vaga para a série A de 2016 e conquistar o primeiro título desta diretoria" diz Petrállas.
Promessa é divida:
Acesso a elite do nosso futebol conquistado
Depois de muito trabalho essa diretoria comandada pelo Presidente Estevão Petrallás finalmente conseguiu tirar o nosso glorioso Operário dessa "tortura" chamado 2º divisão. Conquistamos o vice-campeonato, como o mesmo numero de pontos do campeão Itaporã e mesmo termos vencido eles e empatado a outra partida perdemos o título pelo saldo de gols, coisas de regulamento que não prioriza o confronto direto.  
Começamos com uma certa desconfiança tanto por parte da imprensa como da maioria de nossos torcedores. Mas sobre o comando do Treinador Chiquinho Lima e sua comissão técnica formada por Neneca, Renan, Barreto, Madalena, Major Dos Santos e do mordomo Felipe, os jogadores guerreiros finalmente após cinco anos voltamos para elite do futebol  Sul-mato-grossense em 2016. 
Agora é se preparar com tempo e montar um elenco e uma nova comissão técnica, (pois a atual comissão técnica preferiu seguir outros rumos), que nos leve a quebrar esse jejum de 18 anos sem títulos do glorioso Operário. Com o título nos levará a participar do Brasileirão da Série D em 2016, e consequentemente a Copa do Brasil de 2017. Vamos em busca do tempo perdido e resgatar nossos dias de glória nos gramados brasileiros e até mesmo pelo mundo. Em falar em resgatar, estaremos em 2016 voltando para Av. Bandeirantes com um escritório central e uma loja do clube para atender nossos torcedores, o clube sempre foi conhecido como o "Galo da Bandeirantes".
Iremos fortalecer nosso programa do Sócio Torcedor "Sou Operariano de Coração" e paralelamente buscar alguma parceria público-privada para reavermos um local para construirmos novamente nosso Centro de Treinamento do Operário Futebol Clube.  São desejos e sonhos que somente com trabalho poderemos novamente em um futuro breve, chamar de nosso.
Assim a Diretoria do clube busca inspiração no passado de glórias, um futuro promissor para o alvinegro campo-grandense e fazer com que o OPERÁRIO FUTEBOL CLUBE, volte a ser o melhor time do Centro Oeste Brasileiro, contanto sempre com nosso maior patrimônio, a torcida Operariana.
Campeonato Estadual Série A 2016:
Com um time com jogadores de todo o Brasil, encabeçado pelo Craque Rodrigo Gral, o Operário vem fazendo uma boa campanha no Estadual, com ótimas chances de Título.


Títulos do Operario
Internacionais
Nacionais
  • Campeonato Brasileiro série B: 1987.
Outros
  • Troféu Dr. Giullite Coutinho: 1983.
Estaduais

IDOLOS
TIME DOS SONHOS DO OPERARIO

 Adir Carneiro
  Arturzinho
  Baianinho
  Biluca
  Edison
  Escurinho
 Everaldo
  Kléber
  Lima
  Luís Souza
  Manga
  Marião
 Paulinho
  Peri
  Roberto Machado (Roberto Bombinha)
  Silveira
  Tadeu
  Tadeu Macrini

CURIOSIDADES
  • A primeira reunião de fundação do Operário Futebol Clube aconteceu na sede do Sindicato dos Operários da Construção Civil, localizada à rua Maracajú. Lá estavam "Seu Vitor Vieira", o anfitrião, Miguel Turco, Carandá, Magno, os irmãos Levindo, Gregório e Paulo Ferreira. A intenção era apenas criar uma alternativa para reunir os trabalhadores, mas a idéia ganhou a simpatia de outras classes, entre elas o fazendeiro Melanio Barbosa, que fazia questão de chegar cedo ao estádio campo-grandense.
  • O Operário e o Comercial são os únicos clubes do Brasil campeões em dois estados (MT e MS).
  • O Operário também é o detentor da maior goleada dos campeonatos estaduais do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. Em 8/3/1978 (ainda pelo mato-grossense), venceu o Barra do Garças por 13 a 0 e, em 1980, pelo sul-mato-grossense, a vítima foi o Taveirópolis - 11x0.
  • O mascote do Operário é o "Galo", que até hoje é levado aos estádios por torcedores apaixonados.
  • A equipe, em 1974, foi o time brasileiro que realizou a excursão mais longa por gramados europeus e asiáticos: ficou 90 dias fora do Brasil. Nessa excursão, jogou contra a seleção de Portugal, empatando por 0 x 0 em jogo que contou com a presença do então presidente brasileiro Emílio Garrastazu Médici, e contra a seleção da Coréia do Sul, em Seul, empatando por 1 x 1.
  • Em 2007, pelo campeonato estadual, o centroavante Sérgio Ferraz Ramos (Serginho Matador), marcou 22 gols em 21 jogos, estabelecendo o novo recorde de gols em campeonatos estaduais, antes pertencente a Lima (Operário FC) na década de 1980, com 20 gols.
OPERARIO 1938

OPERARIO 1968

OPERARIO 1970

OPERARIO 1973

OPERARIO 1973

OPERARIO 1973

OPERARIO 1973

OPERARIO 1974

OPERARIO 1974

OPERARIO 1974

OPERARIO 1974 mariao mauricio natalio da silva fio

OPERARIO X U.R.S.S 1974

OPERARIO 1975

OPERARIO 1976

OPERARIO 1976

OPERARIO 1976

OPERARIO 1977 FUTEBOL DE BOTAO

OPERARIO 1977

OPERARIO 1977

OPERARIO 1977

OPERARIO 1977 paulinho larry nilson andrade edson soares da silva rui alcione alcir portela tadeu bauru dante peri

OPERARIO 1978

OPERARIO 1978

OPERARIO 1978

OPERARIO 1979

OPERARIO 1979

OPERARIO 1979

OPERARIO 1979


OPERARIO 1980

OPERARIO 1981

OPERARIO 1981

OPERARIO X SAO PAULO 1981

OPERARIO 1981

OPERARIO 1983

OPERARIO 1986

OPERARIO 1986

OPERARIO 1988

OPERARIO 1989

OPERARIO 1989

OPERARIO 1996

OPERARIO 1997

OPERARIO 2005

OPERARIO 2007

OPERARIO 2011

OPERARIO 2015


OPERARIO 2015

OPERARIO 2015

OPERARIO 2015

OPERARIO 2016

ADIR CARNEIRO

ARTHURZINHO

ARTHURZINHO

O GRANDE MANGA NO OPERARIO MG


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