viernes, 21 de octubre de 2016

RIO NEGRO DE MANAUS

RIO NEGRO
O Atlético Rio Negro Clube (conhecido apenas como Rio Negro cuja sigla é "ARNC") é um clube desportivo brasileiro, sediado em Manaus. Fundado em 13 de novembro de 1913 como “Athletic Rio Negro Club”, mais tarde rebatizado usando a grafia atual, o nome do clube é uma homenagem ao Rio Negro, um dos mais importantes do país. É um dos clubes mais tradicionais e importantes do Estado do Amazonas, no qual se destaca em diversas modalidades esportivas dentre as quais o vôlei e o futebol profissional.
Tem como principal apelido a alcunha de Barriga Preta, em alusão ao seu uniforme principal, que tem a camisa branca com uma faixa horizontal preta, e seu mascote é o Galo, que lhe rendeu outro apelido, o "Galo Gigante do Norte". Seu principal rival no futebol é o Nacional, com quem mantém o maior clássico do futebol amazonense e umas das maiores rivalidades do norte-brasileiro.[1]
Ao longo de sua história no futebol, o Rio Negro possui 17 títulos do Campeonatos Amazonense profissional, incluindo um tetracampeonato entre 1987 e 1990. Foi o primeiro Clube amazonense a ganhar uma taça à nível regional, a Taça Amazônica de 1928, e o primeiro Clube amazonense a ganhar um torneio fora do Brasil, a Copa Guiana Inglesa em 1963. É um dos três clubes do futebol local que já participou da principal divisão do Campeonato Brasileiro, em seis edições. Participou ainda por seis vezes da Copa do Brasil.
SEDE DO RIO NEGRO EM MANAUS


Nome                       Atlético Rio Negro Clube (Amazonas)
Alcunhas                
Barriga Azul
Galo da Praça da Saudade
Galo Gigante do Norte
Azul e Vermelho Amazonense
Azul e Vermelho
A Raça Mais Forte
Imortal do Amazonas
Clube Lider da Cidade
Negão
Torcedor/Adepto   Rionegrino
Vermelhô
Mascote                   Galo
Fundação                13 de novembro de 1913 (102 anos)
Localização             Manaus, AM,  Brasil
Mando de jogo em Arena Rio Negro
Capacidade (mando)           100.000 pessoas
Fundação do Rio Negro
O jovem Shinda Uchôa teve a ideia e insistiu com os companheiros para que criassem um clube. A insistência foi tanta, que no dia 13 de Novembro de 1913, às 16h, os rapazes se reuniram na residência de Manuel Afonso do Nascimento. Os jovens fizeram neste dia a ata de fundação e no meio da leitura do documento, o momento histórico foi brindado com vinho do porto, bebido em autênticas taças francesas de cristal bacará. Na mesma ocasião, foi realizada uma eleição e o primeiro presidente foi Edgar Lobão. Shinda ficou como secretário, mas recebeu o título de presidente de honra.
O brinde deu nome ao “Porto de Honra”, solenidade em que, até hoje, o momento da fundação é repetido como aquele de 1913. Das doze taças de cristal, seis foram recuperadas pelo diretor cultural do clube, Abrahim Baze, que criou um museu para guardar a história do Rio Negro. Três delas são usadas no brinde atual pelo presidente e por mais duas autoridades escolhidas por ele durante o evento. Na casa onde o clube foi fundado, hoje funcionou até pouco tempo atrás o Banco da Mulher, mas, de acordo com Abrahim Baze, o prédio ainda conserva a mesma arquitetura do início do século.
Naquele momento, veio a existir o Athletic Rio Negro Club, um gigante do futebol nortista de glorias e triunfos respeitáveis, de uma torcida calorosa e fanática que fora apelidada pelos jornais regionais e não regionais de "A Fiel", pois sempre estava presente nas mais diversas adversidades do clube. Aquele que entrava em meio a foguetórios, com o seu elenco imponente, com a camisa branca que tinha uma faixa preta.
O Nome
O nome do clube no inicio tinha a grafia “Athletic Rio Negro Club” o que remetia a muitos clubes de origem inglesa na cidade, hoje em dia a grafia foi aportuguesada para “Atlético Rio Negro Clube”.
O nome do clube é uma homenagem clara ao rio do qual Manaus está situada a margem esquerda: o Rio Negro. O que torna o Rio Negro um dos poucos clubes profissionais, senão o único que tem em seu nome uma homenagem a algo que de fato é regional. O que torna de longe o Rio Negro o clube mais ligado à imagem da cidade.
Na história do clube consta que no momento da fundação, os jovens que o fundaram estavam na casa que tinha vista para o grande Rio Negro, e não deu outro, o nome foi escolhido para o clube que viria a ser um dos maiores clubes esportivo-sociais da região norte.
Hoje projetos de marketing procuram ligar clube qualquer à imagem de Manaus e sua população, porem nenhum clube da cidade é tão ligado a capital amazonense, nem mesmo no meio social.
Início no futebol
A primeira competição oficial de futebol disputada pelo Rio Negro foi o Campeonato Estadual de 1914, apesar de já ter disputado outros de cunho não oficioso, sua primeira conquista veio em 1921, quebrando uma sequência de títulos de seu maior rival, com qual já havia se envolvido em conflitos extra-campo. Fez também diversas participações em torneios comemorativos e amistosos contra clubes locais e regionais, onde colecionou muitos troféus. Em 1966 estreou em Competições Nacionais representando o Amazonas na Taça Brasil de Futebol, sendo o segundo clube do estado a estrear na referida competição. Naquela Taça Brasil o clube enfrentou dificuldades para se deslocar e como o futebol do estado tinha saído recentemente do amadorismo o clube não obteve bom resultado na competição.
Em 1970 o galo alvinegro estreava e fazia sua única participação no Torneio Norte-Nordeste e obteve regular campanha. O Rio Negro é ainda um dos três clubes amazonenses que já jogaram a Série A do Campeonato Brasileiro, possuindo no total seis participações e somou também inúmeras participações na Série B, obtendo como um 9° lugar a melhor Campanha de um clube amazonense naquela competição. O clube possui também participações na Série C e Copa do Brasil. Têm também importantes conquistas, como a Taça Guiana Inglesa, disputada na cidade de Georgetown. Também foi campeão da Taça Amazônica de 1928, do Torneio Norte-Nordeste de 1975 e vice-campeão do mesmo em 1973, além do título da Taça Norte de 1986.
Sua ultima campanha a nível nacional foi na disputa da Serie C do ano de 2006, quando terminou em 16° na classificação geral, porem ainda é a segunda equipe amazonense em número de participações em campeonatos brasileiros, independente da divisão, atrás somente do rival Nacional.
De 1914 à 1945 e o Ataque Demolidor
O Rio Negro nasceu no futebol, e em 1914 o clube fez sua primeira participação no campeonato amazonense, porem pelos poucos dados que se tem, se deduz que este foi um campeonato muito ruim para a equipe alvinegra, sendo que neste ano sofreu as duas maiores goleadas da história no Clássico Rio-Nal. Neste ano o clube montou um elenco com jovens ainda inexperientes no Futebol, que era um esporte ainda em crescente no mundo inteiro.
O primeiro título do clube veio somente em 1921, e em 1926 conquistou seu segundo título, um torneio promovido pela FADA que ainda não é reconhecido como oficial. Nestes anos o galo se consolidou como uma das duas principais forças do estado, conquistando oito campeonatos. Porém o nono título, o de 1945 que era seu por direito, foi entregue ao maior rival, o Nacional que por questões administrativas havia de perder o título na justiça esportiva, isso desagradou e muito os altos comandos do Rio Negro, que decidiram abandonar a federação e o futebol.
Nessa época o time tinha já grande torcida e este era aclamado o de maior torcida de Manaus e com grande apoio das classes mais altas da sociedade, e por isso já nesta época ganhava a alcunha de “Clube Líder da Cidade”, porque era também um grande clube social.
Ataque Demolidor era chamado o ataque barriga-preta na década de 30, contava com nomes respeitados no futebol local da época como: Ciro, Goiot, Vidinho, Raimundo Bandeira e Ofir Corrêa alternando com Adair Marques(O Príncipe). Essa linha de ataque deu ao clube o título estadual de 1932 na decisiva contra o Fast Clube. No ano de 1939 o galo revelava novamente um grandioso ataque, desta vez composto por: Babá, Cláudio, Lé, Bezerra e Benjamim que ficaram conhecidos por “Os Granadeiros”. Além dos atacantes, o Galo da Praça da Saudade contava também com o talento do grande goleiro Iano, que foi tricampeão pelo clube.
De 1946 à 1960
Em 1945 se culminou a crise com a Federação por causas do título de 1945 que resultaram no seu afastamento do futebol. Além da perda do título, o Rio Negro argumentou que a FADA sempre procurava ajudar o Nacional nas suas competições, já que em 1919 o clube alvinegro havia deixado de disputar a competição alegando armações para prevalecer o rival, voltando no ano seguinte. No entanto desta vez o Rio Negro passaria 14 anos sem disputar o campeonato local. O clube manteve apenas suas atividades sociais, realizando amistosos contra clubes amadores, já que não tinha um time profissional.
Em toda Manaus se comentava que o campeonato sem o Rio Negro era meio campeonato, pois os torneios disputados sem o clube eram: sem entusiasmo, sem graça e de pouca emoção, o Parque Amazonense já não tinha seus grandes públicos, ou seja, a saída da agremiação era tão prejudicial ao futebol local, que já era pedida a sua volta.
Apesar do motivo convincente dado pela sua diretoria, sempre foi de conhecimento da torcida que parte do alto-comando do clube não gostava de futebol, segundo senhores que acompanharam o futebol nas décadas de 50, 60 e 70 o afastamento impediu o Rio Negro de crescer ao mesmo nível do rival Nacional dentro do futebol, por isso a grande dificuldade do clube de se manter em alto nível por mais de 4 anos seguidos.
Década de 60
Com sua volta anos depois, o Rio Negro não voltou a ver a popularidade que tinha antes de sair dos campos. A luta agora seria para reaver seu posto de grande, reconquistar sua torcida e voltar a fazer frente ao poderoso Nacional e ao sempre forte e difícil Fast Clube
O ano de 1960 marcava a volta da equipe aos campos, motivado pelo grande político e torcedor assíduo Josué Claudio de Souza, o então presidente Aristophano Antony reabria o departamento de futebol, só que sob a condição de que este passasse a ser autônomo e de gerência de Josué Claudio.
Josué fez um duro trabalho de juntar vários jogadores, incluindo muitos oriundos do interior, sendo que o primeiro jogo depois de 14 anos seria contra o São Raimundo, entretanto o resultado foi desastroso, com uma derrota de 7-1. O resultado adverso não desanimou o grande torcedor Josué, que logo viu os resultados saindo, e em 1962, dois anos depois da volta ao campeonato, ainda em sua gerência, viu o clube voltar a ser campeão amazonense, o galo foi campeão novamente em 1965.
Voltando a campo o Rio Negro encontrou apoio de grande parte de seus antigos torcedores, logo tendo a média de 6.372 pagantes.
1962 e o "Time de Heróis"
Foi assim que ficou conhecido o time do Rio negro de 1962 que sob o comando de Cláudio Coelho disputou o Campeonato Amazonense e foi campeão, naquele ano o time tinha apenas dois anos que retornara ao futebol.
O clube foi ganhando seus jogos, até chegar a final depois de mais de 16 anos sem disputar, e a final era justamente contra o Nacional, com o qual se envolveu em grande e polêmica briga judicial em 1945, que acabou dando a taça aos azulinos e ocasionou o afastamento do clube alvinegro.
A final foi disputada no dia 12 de Janeiro de 1963, já que era normal os campeonatos terminarem no outro ano. O galo venceu o Nacional de Plínio Coelho justamente um dia antes do aniversário do adversário no Parque Amazonense. E a torcida ficou eufórica, já que estavam odiosas do rival pelo fato do galo ter se afastado durante tanto tempo, os campeões saíram do Parque Amazonense carregados pela torcida e seguiram de pés rumo a sede do clube na Praça da Saudade, onde já eram aguardados por uma multidão.
Os heróis do alvinegro na final de 1962 foram:
  • Jogadores que atuaram: Chicão(que foi trocado por Pedro Brasil), Bololô e Mário; Fernando, Catita e Eudóxio; Horácio, Thomaz, Airton, Dermílson e Orlando Rabelo
  • Técnico: Cláudio Coelho
  • Jogadores no banco: Aderson, Luiz, Gravata, Marcondes, Rodrigo, Machado e Ismaelino.
O clube alvinegro neste ano revelou ídolos a sua torcida, entre eles estão o grande Horácio, o temido zagueiro Catita e os também ídolos Dermílson e Orlando.
Ainda em 1962 o Rio Negro fez uma excursão pelo Pará e Maranhão, fez um total de 6 jogos, saindo invicto, sendo que os resultados dos quais se tem conhecimento são: 2-2 Paysandu em Belém e 2-1 no Sampaio Corrêa no Maranhão.
1964: A profissionalização
Em 1964 instaurou-se em Manaus o profissionalismo no futebol amazonense, e naquele ano o Rio Negro ficou apenas em 5° lugar, porém o campeonato foi um dos mais competitivos até então, apesar da conquista do Nacional com bastante vantagem.
Dos seus jogadores, apenas o histórico goleiro Clovis foi relacionado pela mídia esportiva para a Seleção do Campeonato Amazonense do ano.
O Grande campeão de 1965
Em 1965, o galo já fortificava seu elenco, contando com grande parte dos grandes ídolos da sua história. A estreia do clube foi contra o Fast Clube no Parque Amazonense.
1° turno
3 de Julho de 1965,16:00h
Campeonato Amazonense               Rio Negro                                  1-0     Fast Clube     Estádio do Parque Amazonense, Manaus
Público: Cerca de 3.500
A partir deste jogo o Rio Negro seguia muito bem vencendo o Sul América pelo placar de 2-1 e o América por 1-0. Na 4° rodada do 1° turno do Campeonato o clube pegaria o São Raimundo, a torcida já esperava outra vitória e foi rumo ao Parque Amazonense muito animada para enfrentar um São Raimundo que até então só havia empatado. No Estádio as arquibancadas estavam lotadas, e o resultado foi totalmente adverso ao que era esperado pela massa Barriga-preta:
16 de Agosto de 1965,15:00h
Campeonato Amazonense               Rio Negro                                  0-3     São Raimundo          Estádio do Parque Amazonense, Manaus
Público: Desconhecido
A derrota já era inesperada para a torcida, quanto mais de 3-0 para um clube que nem mostrava ser forte na competição. Porém, a redenção rionegrina viria no jogo seguinte, contra o maior rival Nacional que vinha de duas derrotas seguidas.
O clube da Praça da Saudade buscava a reabilitação, já que um mínimo empate significaria a perda do Campeonato para o América no saldo de gols, e o Nacional estava disposto a fazer isso acontecer. Para evitar um novo resultado adverso, para este confronto o galo se reforçou com os até então desconhecidos jogadores Sabá e Edson Angelo.
Logo o jogo começou, e ainda com o findar do primeiro tempo o Rio Negro já dominava completamente o rival vencendo por 3-1, e isso fez o alto comando nacionalino duvidar de seu goleiro Marcus(que havia jogado bastante tempo no galo) cambiando-o pelo arqueiro Chicão; porém, a mudança em nada adiantou, o clube alvinegro acabou fechando o placar em 7-2.
22 de Agosto de 1965,15:00h
Campeonato Amazonense               Rio Negro                                  7-2     Nacional         Estádio do Parque Amazonense, Manaus
Público: Cerca de 10.000
Com este resultado o Rio negro estava classificado à final do Campeonato Amazonense, o que fez a sua torcida comemorar em dobro a goleada sobre o Nacional que acabara em último na classificação do turno. Os torcedores Barrigas-Pretas desceram a antiga Rua Belém rumo a Praça da saudade cantarolando:
-É freguês, É freguês, seremos campeões
Os times para este jogo:
  • Rio Negro – Clovis, Valdér, Edson Ângelo (estreante), Catita e Damasceno; Ademir e Rubens; Nonato, Thomaz, Sabá Burro Preto (estreante) e Horácio.
  • Nacional – Marcus (Chicão), Téo, Russo, Jayme Basílio e Vivaldo; Hugo e Ribas; Maneca, Dernilson, Holanda e Quisso (Lacinha).
2° turno
No segundo turno o Rio Negro estreou desforrando a derrota para o São Raimundo, vencendo este por 3-1. O clube continuou forte, mas foi superado pelo Fast Clube ficando neste turno em segundo lugar fechado este vencendo novamente o Nacional, desta vez por 3-2.
O apreensivo 3º turno
No terceiro turno o Rio Negro caiu de produção, sendo que dos cinco jogos conseguiu vencer apenas o São Raimundo, ficando em último no turno vendo o Nacional ser campeão após sofrer uma derrota de 5-2 para o time nacionalino, que, conquistou o turno invicto. Logo caiu sobre a torcida barriga-preta uma grande apreensão, pois seu clube caiu potencialmente de produção a ponto de temer o clube dar vexame na final depois do péssimo terceiro turno.
As finais
Estavam classificados as finais, além do Rio Negro (campeão do primeiro turno) o Fast Clube(campeão do segundo turno) e o Nacional(Campeão do terceiro); o triangular começaria sem nenhum favorito e o Rio Negro buscaria em dois jogos a reabilitação para o péssimo momento.
O time do Rio Negro nesta final foi:
  • Clóvis(goleiro), Valdér, Edson Ângelo, Catita e Damasceno; Ademir e Rubens; Nonato, Sabá Burro Preto, Thomaz e Horácio.
Este jogo foi considerado a melhor do galo naquele campeonato, primeiro o Nacional teve o jogador Jayme Basílio expulso, porém, pouco depois, já no segundo tempo o Rio Negro perdeu o zagueiro Catita, mas o dia era rionegrino, o Nacional teve um pênalti marcado a seu favor e este foi cobrado por Téo, porém Clóvis defendeu a cobrança.
O técnico ainda era o grande ídolo da torcida Cláudio Coelho que dirigiu o clube também no título de 1962. O jogador Sabá "Burro-Preto" que chegou ao clube para o segundo turno terminou o campeonato como artilheiro isolado, fazendo 12 gols em 10 partidas.
Temporada nos territórios
Ainda em 1965 o galo empreendeu temporada pelos territórios (atuais Acre, Rondônia e Roraima), sendo que venceu de goleada a maioria de seus jogos, saindo invicto da excursão.
Década de 70
Estes anos foram de grande valia para o Rio Negro, que disputou cinco finais e conquistou 01 título, e isso devolveu muito do renome do clube, que vinha se recompondo desde sua volta em 1960, se tornando novamente um dos maiores de Manaus. E neste tempo encontrou um novo grande rival, o Fast Clube, que havia aderido grande torcida no período que o Rio Negro esteve afastado e que era considerado um dos grandes da década de 60 e também de 70.
Neste tempo o clube consolidou-se novamente no futebol de Manaus e reafirmou sua rivalidade com o Nacional, somou cinco das suas seis participações na Série A do Campeonato Brasileiro. Apesar de estar à sombra do Nacional em títulos e ver no Fast Clube um adversário muito difícil.
Nestes anos os principais clubes de Manaus entraram num processo de desvalorização aos jogadores amazonenses (chamados "Prata da Casa") e o Rio Negro foi um destes, a partir da estreia no campeonato brasileiro, a diretoria gastou fortunas em jogadores de outros centros, geralmente de algum renome, entretanto em final de carreira. Sempre considerado um clube que dava muita atenção aos seus atletas em formação, a partir deste período o clube enfraqueceu suas categorias de base e esvaziou seus cofres contratando jogadores em final de carreira.
1970 - Participação no Norte-Nordeste
O Rio Negro ficou apenas em 4º lugar no estadual de 1970. Aquele ano marcava sua volta à competições oficiais fora do estado do Amazonas, disputando a Taça Norte, quase simultaneamente ao estadual, que era ligada à Copa Norte-Nordeste. O torneio contou com as seis maiores forças do futebol regional, porem, a participação do Rio Negro foi fraca, não levando muito esforço na sua participação, leva-se em conta também que o Fast Clube contava com o melhor elenco de sua história. Enquanto todos esperavam a briga pelo título entra as duplas Re-Pa e Rio-Nal, as terceiras forças acabaram dominando o torneio.
1973 - O grande ano
O Estadual
Em 1973 o Rio Negro chegava ao estadual como favorito ao lado de Nacional e Fast Clube. O jejum de quase 10 anos já incomodava a torcida do clube. Mas o primeiro turno não foi dos melhores para o clube, sendo que o título ficou com a zebra Rodoviária. No segundo turno o clube teria de se garantir contra Nacional e Fast Clube e ainda contra a Rodoviária que poderia ser campeã direta.
No segundo turno o clube fez um total de 5 jogos e venceu 4, empatando 1 jogo por 0-0 com o Fast Clube e foi disparado o melhor clube se garantindo na final contra a Rodoviária.
Na final o Rio Negro era o grande favorito pois vinha de uma vitória de 2-0 contra o Nacional e também havia vencido o último confronto contra a Rodoviária por 3-1, e, era o maior pontuado até então. Mas, logo no primeiro jogo o clube perdeu por 1-0 e no segundo perante quase 20 mil pessoas, a maioria absoluta de rionegrinos, empatou por 1-1, o Rio Negro dava ali continuidade a sua mística de “Grande Favorito Derrotado” e de "morrer na praia"perdendo mais uma vez um título dado como certo.
Campeão do Norte e Vice do Norte Nordeste
Nesse ano, embutido no Campeonato Brasileiro era disputado o Torneio Norte-Nordeste Almir de Albuquerque,[2] sendo que para este eram contados apenas os confrontos entre os clubes das duas Regiões, sendo por pontos corridos, o maior pontuado ao final seria consagrado o campeão.
A estreia do Rio Negro foi justamente contra o América-RN, clube que viria a conquistar o troféu. Na ultima rodada valida pelo Torneio o América fechou com um ponto a frente do galo, resultado que poderia ser revertido caso o alvinegro vencesse o Clube do Remo de Belém no Pará, mas como registrado nos meios de comunicação mais expressivos da época, a rivalidade entre Manaus e Belém era grande e o clube paraense dificultaria as coisas. O resultado foi a vitória remista pelo placar de 1-0, porém, o Galo teve dois jogadores expulsos, o que dificultou o seu jogo.
Apesar de não ter ganho a disputa a parte, o Rio Negro ficou com o título de Campeão do Norte, sendo que a derrota pro Remo foi a única do clube enfrentado clubes do Norte-Nordeste em jogos válidos pelo Torneio.
Jogo decisivo
Times da partida decisiva
  • Remo: Dico, Rui, Mendes, Cuca e Augusto; Elias(Nena), Tito, Caíto(Sérgio Pinheiro), Amaral, Alcino e Alberto. Técnico: Paulo Amaral.
  • Rio Negro: Borrachinha, Biluca, Zé Carlos, Pedro Hamilton e Almir; Denilson, Jorge Cuíca, Nilson, Toninho(Osmar), Mário(Zezinho) e Zé Claúdio.
Estreia no Campeonato Brasileiro
O alvinegro amazonense estreou no campeonato brasileiro em 1973[3] já na Serie A. Conta a história que Ézio Ferreira, na época, um dos principais investidores do futebol local, resolveu deixar o Fast Clube para trabalhar no Rio Negro, seu clube preferido. Ézio foi o idealizador da ideia da participação do Rio Negro, e, pediu inicialmente a ajuda de Flaviano Limongi e do governador amazonense João Valter de Andrade para levar isso adiante, com a idéia de ter uma segunda vaga para o futebol amazonense. Porém, no inicio ouve contradição a ideia dentro do próprio clube. Ao final, a ideia de Ézio foi consolidada, com o ingresso do clube no campeonato, porém, isso resultou em gastos para o clube alvinegro e consequentemente ao empresário.
Ézio fez um bom investimento no clube, e conseguiu levar Denilson(do Fluminense), e bons valores do Fast Clube que foram entregues ao técnico Décio Leal.
Primeiro jogo
  • AmazonasRio Negro 0-0 América-RN Rio Grande do Norte, 26 de Agosto de 1973
  • O time desse jogo foi: Borrachinha, Pedro Hamilton, Zé Carlos, Biluca e Almir Coutinho; Zezinho e Denílson; Paulo (Jorge Cuíca), Mário Motorzinho, Nilson Diabo (Ferreira) e Rolinha.
O clube colecionou duas derrotas nos jogos seguintes, jogando em Manaus, sua primeira vitória foi apenas na 4º rodada vencendo o Santa Cruz pelo placar de 1-0 em Manaus. Os empates foram um problema para o clube, que, por muitas vezes jogou melhor, mas não acertava os tentos. Num dos jogos, contra o Vasco da Gama o clube jogou contra todas as adversidades, teve um pênalti não marcado e três dos seus gols anulados, aquela que seria uma goleada, não aconteceu, segundo muitos, por ajuda de apito amigo para o clube carioca.
1975 - O grande campeonato
Em 1975 o Rio negro completava exatos 10 anos sem conquistar o Campeonato Amazonense de Futebol, neste período somou três vice-campeonatos e muitas campanhas irregulares como o 5° lugar em 1969 e o 7° lugar em 1971. O Rio Negro via o campeonato amazonense sendo dominado pelos maiores rivais Nacional e Fast Clube que fizeram várias finais neste período.
Estreia
O clube estreava na temporada no dia 9 de Março contra o América no Estádio Vivaldo Lima, o clube contou com pequeno apoio de sua torcida na estreia. Exatos 3.171 torcedores compareceram a estreia do barriga-preta que acabou por vencer os diabos pelo placar de 3-0 com gols de Almir, Orange e César
1° turno
Durante o primeiro turno o clube alvinegro esteve “pau a pau” com o rival Nacional, sendo que acabou perdendo o título do 1° turno em um confronto direto com este. A campanha do Rio Negro no 1° turno foi a seguinte:
Jogo Decisivo
Os dois clubes chegaram ao jogo decisivo com o número empatado de pontos, o vencedor garantiria a vaga na final e seria campeão do turno, o empate seria favorável ao Nacional.
20 de Abril de 1975                         Nacional  1 –0                           Rio Negro    Estádio Vivaldo Lima, Manaus
16h
Gol marcado aos ? minutos de jogo ?' ?
Público: 30.314
Árbitro: Manuel Luís Bastos
2° Turno
O segundo turno assim como o primeiro foi dominado pela dupla Rio-Nal do inicio ao fim, deixando novamente para ultima rodada a decisão do título, ao rival Nacional bastava o empate, porém o jogo foi vencido pelo Rio Negro que forçou um terceiro jogo onde acabou sendo vencido e a taça ficou mais uma vez com o rival Nacional. A campanha do clube no 2° turno foi a seguinte:
Jogo Decisivo do 2° turno
O Nacional estava com as mãos na taça, pois lhe bastava um empate para conquistar também o 2° turno, porém o Rio Negro como bom rival não permitiu que isso acontecesse, foi a campo e venceu o jogo como mostra a seguir:
8 de Junho de 1975                          Rio Negro                                  2 –1   Nacional         Estádio Vivaldo Lima, Manaus
16h
Gol marcado aos 16 minutos de jogo16' Lauro,
Gol marcado aos 14 minutos de jogo14'Torrado Gol marcado aos 32 minutos de jogo32'Fausto(Contra)
Público: 35.132
Árbitro: Edson Pantoja
A Super Final do 2° turno
Como terminaram empatados em números de pontos, Rio Negro e Nacional tiveram de se enfrentar mais uma vez, mas desta vez o clube azulino levou a melhor:
15 de Junho de 1975                        Rio Negro                                  0-1     Nacional         Estádio Vivaldo Lima, Manaus
16h
Gol marcado aos 19² minutos de jogo19²'Bibi
Público: 33.123
Árbitro: Edson Pantoja
3° e decisivo turno
No terceiro turno ou o Rio Negro quebrava as bases do Nacional ou não chegaria à final depois de tão brilhante temporada. O terceiro turno foi o mais disputado, pois os três maiores clubes de Manaus chegaram à penúltima rodada com chances de levar o terceiro turno, mas o Fast ao ser derrotado pelo Nacional nesta rodada, ao final no máximo seria vice-campeão do turno. A torcida Rionegrina foi convocada e mostrou toda sua força na reta final da competição, ajudando na conquista do clube.
Rio-Nal decide também o 3° turno
O terceiro turno foi novamente decidico num clássico Rio-nal, ao Rio Negro a vantagem do empate, ao Nacional só interessava a vitória. O resultado do jogo foi um empate que deu o título ao galo e levou o mesmo a final contra o Nacional.
3 de Agosto de 1975                        Rio Negro                                  1-1     Nacional         Estádio Vivaldo Lima, Manaus
16h
Gol marcado aos 30² minutos de jogo30²'Reis
Gol marcado aos 42² minutos de jogo42²'Bibi
Público: 18.377
Árbitro: Edson Pantoja
Finais
Para as finais do Campeonato Amazonense de 1975 foi definido que o Nacional ganharia 2 pontos pelo turno extra que ganhou, ou seja: o rival azulino poderia perder o 1° jogo e até empatar o 2° jogo que haveria finais, mesmo que o Rio Negro vencesse por qualquer placar, e foi justamente o que aconteceu. A explicação é que se o 1° jogo terminasse empatado ou com triunfo nacionalino, não haveria 2° jogo e o título seria do Nacional.
1° Jogo
No primeiro jogo o Rio Negro surpreendeu e venceu por 4-1 o Nacional, porém de nada valeu o placar pois o Nacional entrava na final com a vantagem de uma vitória, ou seja a final de verdade seria disputada no segundo jogo, o galo havia apenas assegurado a igualdade.
10 de Agosto de 1975                      Rio Negro                                  4-1     Nacional         Estádio Vivaldo Lima, Manaus
16h                 Gol marcado aos 7² minutos de jogo7²'Jorge Nobre, Gol marcado aos 17² minutos de jogo17²'Davi, Gol marcado aos 25² minutos de jogo25²'Jorge Nobre, Gol marcado aos 30² minutos de jogo30²'ZéCláudio                 Gol marcado aos 38¹ minutos de jogo38¹'Serginho                       Público: 23.377
Árbitro: Airton Vieira de Morais
2° jogo
No segundo jogo não haveria vantagens, os dois clubes iam em pé de igualdade com leve favoritismo para o Rio Negro que havia goleado no primeiro jogo. O jogo terminou empatado e o título foi decidido nos pênaltis, com título para o clube barriga-preta
13 de Agosto de 1975                      Rio Negro                                  1-1     Nacional         Estádio Vivaldo Lima, Manaus
16h                 Gol marcado aos 29¹ minutos de jogo29¹'Jorge Nobre                       Gol marcado aos 1¹ minutos de jogo1¹'Jorge Luís           Público: 28.202
Árbitro: José Faville Neto
O jogo foi para a prorrogação, porém o empate persistiu levando o jogo a ser decidido nos pênaltis, onde o Rio Negro venceu por 3-2 com acertos de Lauro, Nilson e Paulo Roberto. É considerada uma das finais mais marcantes do Campeonato Amazonense.
Os times da final foram
  • Rio Negro: lane. Lauro, Pogito. Paulo Roberto, Vanderlei, Lopes, Claudio, Sidnei(Orange, depois Nilson), Jorge Nobre, Davi e Reis,
  • Nacional: Amauri, Antenor. Renato, Fausto; Jorge Luis, Jorginho, Rolinha (Torrado); Roberto, Serginho, Bibi e Nilson
1977 - Mais uma vez fora
Em 1977 foi um ano conturbado do futebol em Manaus, primeiro a Rodoviária abandonou o futebol, ficando apenas na razão social. Ninguém deu muita bola, alias era apenas a pequena Rodoviária que aparecera como zebra por dois anos seguidos no inicio da década, mas, poucos dias depois, o presidente barriga-preta Manoel Bastos Lira, resolveu fazer o que prometera em 25 de Janeiro do mesmo ano, enviou oficio a FAF retirando o Rio Negro do Campeonato. Dentre outras coisas o Rio Negro tinha garantido para aquele ano a participação do Campeonato Brasileiro de Futebol da divisão principal.
Mas as torcidas que ficaram apavoradas não foram apenas as alvinegras, pois sem Rio Negro e Rodoviária o Campeonato teria apenas 5 clubes, e na época existia uma "regra" de que um campeonato oficial no Brasil só poderia ser realizado com seis clubes ou mais. Os torcedores tentaram culpar muita gente, inclusive Ézio Ferreira, que renunciou ao futebol e a presidência do galo meses antes, entregando o clube a um presidente que valorizava mais a razão sócial ao futebol dentro do clube. Na época o Rio Negro era chamado de "Clube mais rico e elitoso de Manaus".
A salvação para o estadual e para o público dos outros clubes, foi encontrada: a profissionalização do então campeão amazonense de futebol amador, o Libermorro que entrou como bônus e levou goleadas de quase todos os adversários.
A causa
Manoel Bastos Lira, que voltava a ser presidente do Rio Negro, declarou aos jornais que o clube não tinha mais o rico Ézio Ferreira como dirigente. A primeira pessoa a reagir foi Enoch Bezerra, também do tempo de Ézio, Enoch montou um time e fez por onde, levou uma proposta a diretoria e ouviu o seguinte do então presidente:
"Tudo muito bonito, Enoch, mas quem é que arca com a responsabilidade?"
—Manoel Bastos Lira
Enoch:
"Ora, nós! A diretôria!"
—Enoch.
Manoel B. Lira:
"Nada disso! Quem quiser tomar conta do futebol do Rio Negro, que é um departamento autonomo, vai ter que assinar um termo de compromisso com a diretoria, responsabilizar-se por tudo! O dinheiro do futebol será tirado do futebol, e o clube não tirará um tostão da parte sócial ou patrimonial para socorrer o profissionalismo!"
—Manoel Bastos Lira.
Com tal afirmação Enoch acabou desistindo de seus planos, mas logo surgiu outro fio de esperança: o milionário José Sabóia do Nascimento, que em reunião com cerca de 45 pessoas falou:
"Chamei-os aqui porque foi minha familia que fundou o Rio Negro. E o futebol sempre foi uma tradição do Rio Negro, não quero o Rio Negro fora do futebol!"
—Nascimento
Com isso Nasciimento foi eleito por Manoel Bastos Lira um dos diretores do Rio Negro, porem por desentendimentos, poucos dias depois Nascimento fora demitido e o Rio Negro estava fora do futebol em fato consumado. De fato, o seu principal dirigente não queria que o futebol tirasse dinheiro da razão sócial e patrimonial que ajudou a construir com sua torcida.
1979 - A volta
Neste ano, cerca de 20 homens, entre eles Arnaldo Santos e o famoso ex-presidente da FAF e nacionalino Flaviano Limongi resolveram assumir o Departamento Autonomo de Futebol do clube, a proposta era arcar todas as despesas de futebol do clube, livrando o sócial disso. O conselho deliberativo do clube só concordou perante um documento que foi assinado por todos e registrado em cartório. Assim, caiu então, por terra o desejo e agrado de vários dirigentes e sócios do clube em volta de ter o clube para sempre fora do futebol.
Tão logo vazou a noticia, os torcedores que estavam na porta da sede do clube causaram um grande alvoroço, e fizeram um verdadeiro carnaval em Manaus, e todos tinham uma única coisa na cabeça: impedir o tetra-campeonato que o Nacional viria a conquistar.
Década de 80 - A melhor fase
Em nenhum período de sua história o Rio Negro foi tão forte quanto na década de 80, a clube disputou nove de dez finais do campeonato estadual, conquistando 4 títulos, entre estes os de 1987-1988-1989 que somado ao de 1990 resultariam no inédito tetracampeonato do clube. Nestes anos a rivalidade com o Nacional foi muito mais acirrada, onde os clubes disputaram oito finais, com três títulos ao alvinegro e direito a grandes jogos.
1981
Apesar de essa ser a melhor década da história do clube, o Campeonato Amazonense de 1981 foi a pior segunda pior campanha do clube desde então na era do profissionalismo, o galo da Praça da Saudade terminou o campeonato em penúltimo lugar na classificação geral, a frente apenas do tradicionalmente fraco Libermorro vencendo apenas duas partidas e disputando apenas um turno.
O clube que não garantiu vaga nas finais do primeiro turno decidiu abandonar o campeonato após ver o rival Nacional ser campeão invicto do turno. O pior para a torcida alvinegra naquele ano foi a conquista até então inédita do Hexa-Campeonato amazonense por parte do Nacional.
Ainda em 1981 o Rio Negro disputou o Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B. O clube iniciou bem o campeonato vencendo os seus dois primeiros jogos:
A partir dai o Rio Negro apenas perdeu no torneio, refletindo sua campanha do estadual o galo amazonense ficou apenas em último lugar dentre oito clubes no seu grupo, ficando em 40° lugar na classificação geral. Seus jogos restantes foram:
1982 - É quase invicto
Depois da péssima campanha em 1981 o Rio Negro passou por grandes reformulações e se armou para evitar mais um título do Nacional. Naquele ano em especial o clube revelava ao mundo o craque Berg que mais tarde teria estrelato no Botafogo carioca. O clube acabou sagrando-se campeão amazonense com uma única derrota durante toda a competição.
Naquele ano em especial o clube não disputaria o Campeonato Brasileiro depois de três anos seguidos na competição. O primeiro jogo do Rio negro foi contra o Penarol em Itacoatiara e venceu pelo placar de 1-0. O clube acabou sendo campeão invicto do primeiro turno do campeonato.
No segundo turno o clube manteve o ritmo e se classificou à fase final com apenas uma derrota para o Nacional. Novamente a dupla Rio-nal chegava junta a mais uma decisão, para o Rio Negro a conquista do turno significaria também a conquista do Campeonato, já para o rival Nacional a conquista do segundo turno seria a oportunidade de chegar a final.
  • O time que entrou em campo na Colina e foi titular em grande parte do Campeonato foi o seguinte: Tobias(goleiro ex-Corinthians), Jair, Marcão, Darinta(ex-Palmeiras) e Tonho; Dalmo, Patrulheiro(ex-Nacional) e Berg; Pedrinho, Alcindo(Índio) e Tiquinho.
  • Tecnico: Ivam Gradim
  • Presidente: Dissica Tomaz
  • Ainda faziam parte do elenco: Beto(Goleiro), Zelito, Jaime, Charligton, Renato, Adãozinho, Índio Carioca, Toinho, Bosco e Aarão(este jogou apenas 45 minutos no campeonato)
A polemica
A principal causa da grande polemica de 1982 foi a própria FAF, que marcando a final para 25 de Novembro resolveu adiar para uma semana depois, isso sem consultar as partes envolvidas, o Rio Negro foi contrário a mudança e entrou com liminar na justiça para ser mantida a primeira data. Ai, o Nacional, que não gostou na manutenção, anunciou publicamente que não disputaria a partida caso fosse em 25 de Novembro. O galo chegou a entrar em campo, e a torcida do Rio Negro compareceu e foi esmagadora maioria, já que os nacionalinos em sua maioria estavam cientes de que o clube não entraria em campo. O time esperou por cerca de 30 minutos o elenco nacionalino, até que foi declarado campeão por W.O.
O Nacional acabou entrando na justiça, mas perdeu nos tribunais, inapelavelmente. Então o título do Rio Negro foi homologado, porém, a disputa judicial perdurou por cerca de um ano.
De 1983 à 1986 - Os quatro vices
De 1983 a 1986 o Rio Negro amargou quatro vice-campeonatos, sendo que em dois desses era o maior favorito ao título e tinha o time considerado melhor.
1983
Nesse ano, como de costume, o Nacional conquistava um dos turnos e o Rio Negro outro, logo, os dois clubes teriam de se enfrentar na final. A dupla foi muito destacada dos demais, sendo que o Fast Clube acabou na lanterna do campeonato.
Na final os dois clubes disputariam em igualdade, sem vantagens para nenhum dos clubes, o jogo acabou vencido pelo Nacional:
18 de Dezembro de 1983                 Atlético Rio Negro Clube        1-1     Nacional         Estádio Vivaldo Lima, Manaus
16h                                                                    Gol marcado aos 23¹ minutos de jogo23¹'Fernandinho     Público: 11.831
Árbitro: Marcio Campos Salles(SP)
1984
Em 1984 o Rio Negro novamente se destacou ao lado do Nacional, mas nesse ano o clube mesmo tendo um melhor retrospecto falhou nas decisões contra seu maior rival, perdendo as decisões do primeiro e do segundo turno, ficando com o vice-campeonato sem a disputa da Super Final.
1985
Em 85 aconteceu exatamente o que ocorrera em 84, o Rio Negro foi bem no campeonato, mas pecava nas decisões contra o Nacional, mas um fato desmotivava a torcida alvinegra, o Nacional vinha em crise financeira grave e montou um time às pressas tendo como base as categorias de base e também contratando Titã que jogou pelo próprio galo em 1983.
1986
O ano de 86 tinha tudo para ser o ano do Rio Negro, o clube começava a pré-temporada com 30 contratados e um grupo de torcedores empresários no seu comando, já o Nacional mergulhado em crise fazia o que podia para por um time com base nos juniores e jogadores experientes em campo.
No primeiro turno o Nacional levou com certa facilidade, para a surpresa de todos. No segundo turno o Rio Negro levou com facilidade e viu o Nacional ser eliminado na primeira fase do mesmo.
O galo estava novamente na final enfrentando o Nacional, e novamente como favorito, no primeiro jogo o resultado de 1-1 não foi suficiente para nenhum dos dois ser campeão. Logo seria conhecido o campeão no segundo jogo:
26 de Agosto de 1986                      Atlético Rio Negro Clube        0-1     Nacional         Estádio Vivaldo Lima, Manaus
16h                                                                    Gol marcado aos 35¹ minutos de jogo35¹'Raulino             Público: 42.661
O título novamente ia para o rival, o Rio Negro perdia um título com um time considerado melhor e como favorito.
De 1987 à 1990 - O Tetracampeonato
De 1987 a 1990 o Rio Negro conquistou sua primeira e até hoje única grande sequência de títulos do campeonato amazonense de futebol, é um dos três únicos clubes com sequência igual ou superior de títulos.
Nesses anos o galo contou com grandes nomes que tirou jogadores de destaque do eterno rival(Tojal, Paulo Galvão, Marinho Macapá e Luís Florêncio, todos grandes ídolos do rival) e também formou seus ídolos como Luís Roberto e Kleber Brito(campeões nas quatro oportunidades),Bismark(que marcou o gol do TETRA em 1990), Fernandinho, Jason(mais tarde com moderado destaque no Atlético-MGfazendo o gol do título mineiro de 88), João Carlos Cavalo(hoje um dos grandes técnicos da Região Norte),
Neste período disputou a Série B de 1989, onde chegou a terceira fase e estando entre os 16 melhores da competição enfrentaria o Clube do Remo de Belém, a expectativa era grande e eram esperados pelo menos 40 mil pessoas no Vivaldão, mas pouco depois veio o banho de água fria, o Rio Negro foi eliminado no STJD por ter escalado um jogador irregular num dos jogos contra a Anapolina.
Década de 90
Após a conquista de 1990 que formou o tetracampeonato, o Rio Negro passou a disputar as divisões inferiores do Campeonato Brasileiro com frequência, e ausentou-se do campeonato estadual em 1991 e 1997, com apenas uma conquista de 1990, foi vice-campeão em 1993, 1998 e 1999. Tudo isso teria desmotivado a torcida barriga-preta, que praticamente abandonou o clube.
Em 1999 foi um dos raros anos de grandes apresentações do galo nos anos 90, fez uma grande final estadual e teve grande participação na Serie C mais disputada de todos os tempos.
1991
Depois do seu inédito tetra-campeonato, o Rio Negro mais uma vez estava fora do Campeonato Amazonense, consequentemente o clube afastou grande parte de seu público que era crescente na época. Apesar do afastamento do estadual o clube ainda disputou a Série B do Campeonato Brasileiro, tendo uma pessima campanha.
1992
Em 1992 o Rio Negro sobrou na primeira fase do Campeonato Amazonense, chegando a ser o melhor clube da primeira fase. Na fase final, porem, não correspondeu às expectativas e acabou perdendo o título para o modesto Sul América que vinha com o apoio de um grande empresário de Manaus, o clube fechou a fase final aplicando uma goleada de 6-1 sobre o Nacional, mas o Sul América foi campeão antecipado. Nesse mesmo ano o clube disputou o Campeonato Brasileiro de Futebol - Série C e fez uma campanha razoavel, sendo eliminado ainda na primeira fase ficando em 2° lugar num grupo de 5 clubes.
1993
Em 1993 o Sul América levou o Campeonato Amazonense sem dificuldades, o Rio Negro ficou apenas em 3° lugar, o clube não disputou o Brasileiro naquele ano.
1994
Mais uma vez o Rio Negro não disputou o Campeonato Amazonense de Futebol.
1995
Fazendo uma pessima campanha, o clube acabou o torneio em último lugar, mesmo assim ainda disputou a Série C fazendo uma pessima campanha.
1996
Em 1996 o clube teve além do Nacional, como grandes adversários o Cliper e o São Raimundo que dificultaram nas fases classificatórias e deixara o clube em 4° lugar, nas decisivas o Rio Negro se garantiu em 3° lugar.
1997
Nesse ano, nem o Rio Negro e nem o Nacional disputaram o campeonato amazonense que foi ganho pelo São Raimundo que era a terceira força daqueles anos.
1998
Nesse ano a disputa foi forte entre Rio Negro e São Raimundo, o clube alvinegro ganhou o primeiro turno e o São Raimundo o segundo. Nas semifinais eliminou o Sul América, enquanto o São Raimundo eliminou o Nacional, ao final o galo perdeu pelo placar de 2-1 na final.
1999
Em 1999 o São Raimundo foi campeão de dois turnos, onde o Rio Negro nos dois teve a oportunidade de ser campeão e perdendo o título na ultima rodada, no segundo turno o clube perdeu na ultima rodada justamente pro São Raimundo pelo placar de 3-1.
Década de 2000 - A crise do Galo
O Rio Negro fechou a década de 90 com boa campanha na Serie C 1999, porém, após o título estadual de 2001, o Rio Negro passou por uma grave crise financeira.
O Rio Negro terminou o campeonato amazonense de 2006 em quarto lugar, atrás de São Raimundo, Fast Clube e Nacional.[4] O clube ficou com a vaga na Série C devida à campanha no segundo turno, do qual foi semifinalista, e do Nacional não ter demonstrado interesse em participar. Aquele ano foi considerado o divisor de águas entre o Rio Negro forte e o Rio Negro em crise que tem entrado em campo nos últimos anos. No primeiro turno, o galo venceu as 4 primeiras partidas, incluindo um clássico contra o Nacional.
A campanha, considerada regular, para um dos gigantes do futebol amazonense, lhe rendeu o 3º lugar geral na competição, e, precedeu uma série de vexames históricos do clube.
A crise financeira acabou deixando o clube enfraquecido, resultando num rebaixamento a Série B do Estadual em 2008, obtendo nessa temporada a pior campanha de sua história. Após o rebaixamento, no primeiro semestre, ao disputar a Segunda Divisão, no segundo semestre, ganhou os dois turnos, sagrando-se campeão amazonense da Série B por antecipação, e dando fim ao jejum de 7 anos sem títulos.
Em 2009 o clube novamente montou um elenco fraco, e, como resultado o segundo rebaixamento da sua história para a Segunda Divisão do Campeonato Amazonense. O gigante amazonense que vinha tendo más colocações desde o torneio de 2008, quando já havia sido rebaixado, mas, com aval da FAF disputou a Segundinha e voltou no mesmo ano, viu em 2009 a sua tradição continuar a ser jogada no lixo, ali o pior momento da história do clube no futebol dentro das quatro linhas mostrava-se muito mais critico do que se pensava.
O time, comandado por Carlos Prata, foi rebaixado oficialmente na penúltima rodada do segundo turno, num jogo contra o CDC Manicoré no Vivaldão praticamente vazio, nada equiparado aos momentos de glória já vivenciados pela agremiação dentro do mesmo estádio.
O clube foi novamente rebaixado para a segunda divisão estadual, ficando na 10º colocação entre 10 clubes, com 7 pontos ganhos. Como em 2009 houve mudança no regulamento da competição, o clube jogaria a segunda divisão somente em 2010.
Apesar de sua crise, o Rio Negro não deixou de participar do Campeonato Amazonense. Em 2009 foi especulado que o departamento de futebol fecharia as portas, porém o boato não se confirmou.
Década de 2010
2010 - Série B do Estadual
Em 2010 o clube disputou pela segunda vez a Série B do Campeonato Amazonense, nesta edição o campeonato contou, além do Rio Negro com: Operário de Manacapuru, Clíper, Grêmio Coariense e Tarumã. O Rio Negro terminou o campeonato com o vice-campeonato, perdendo na final para o Operário.
2011
Para o ano de 2011 o Rio Negro firmou parceria com o empresário Robson Ouro Preto, que assumiria a gestão do futebol do clube e este lançou um grande projeto que de inicio se mostrou promissor, sendo que o inicio foi com a contratação do atacante Mario Jardel e do técnico português Paulo Morgado. Porém, com o passar das rodadas o clube não obtinha os resultados que eram esperados e o atacante acabou rescindido contrato sem sequer atuar pelo clube, que, ao decorrer do campeonato passou por grandes dificuldades financeiras mesmo com a parceria o que acabou resultando na saída do técnico que assumiu o Fast Clube.
Apesar os problemas que vem acometendo o clube a vários anos, o clube conseguiu se manter na primeira divisão depois de dois rebaixamentos consecutivos, apesar da campanha não ter sido boa.
2012 - O "Time de Guerreiros"
Na mais recente edição do campeonato estadual, o Galo alvinegro montou um time relativamente inferior aos demais, e emplacou logo três derrotas em seus três primeiros jogos, vencendo apenas na 4º rodada. Porém, o pior ainda viria, o clube perdeu por inconsoláveis 7 gols a 0 para o maior adversário. Naquele momento, os poucos torcedores que estavam no estádio e acompanharam os momentos áureos do clube, não almejavam mais nada do clube, que recentemente havia empossado Iane Geber como seu técnico. Iane foi enfático ao dizer que os resultados de seu trabalho no clube sairiam apenas no segundo turno, e que era pra torcida permanecer confiante. O galo terminou a primeira fase em último lugar e com apenas 4 pontos.
2º turno
No segundo turno, o Rio Negro lutaria contra tudo pra livrar-se de mais um rebaixamento, e de passar maiores vexames, como o terceiro rebaixamento. Mas, na sua estreia, veio logo a maior surpresa, venceu o Princesa, até então vice-campeão do primeiro turno, por 3-2 em Manacapuru.
Enquanto alguns ainda se mostravam surpresos, e se contentavam pelo fato de ter vencido um time "cansado", na segunda rodada o clube venceu o fraco CDC Manicoré, perdendo na 3º novamente para o Nacional, desta vez apenas por 2-0. Mas, Iane Geber, havia motivado bastante o time, que, foi somando os resultados e acabou emplacando a classificação a uma decisão na primeira divisão depois de 6 anos sem disputar mata-mata.
Nas semifinais, o alvinegro da Praça da Saudade enfrentou o Fast Clube, levando a decisão para os pênaltis após dois empates em 0-0, porém, acabou sendo eliminado, sendo impedido de chegar a uma decisão de turno depois de 9 anos. A campanha foi considerada honrosa pela torcida do clube, que acabou apelidando o elenco de "time de guerreiros".
Apesar da boa campanha no segundo turno, o clube ficou em 8º na Classificação geral, devido à péssima campanha no primeiro turno.
2013
Depois de uma arrancada impressionante, que só foi detida por força do regulamento, muito se esperou do Galo para a temporada de 2013. No final de 2012,como sempre, apareciam planos aos montes que sonhavam em alavancar o clube financeiramente, mas, como sempre tudo acabou no ditado popular,indo por "água abaixo". Os maus resultados voltaram, e, o clube acabou sendo novamente rebaixado(pela 3ª vez em sua história).
O clube sonhou com a não realização da Série B do estadual em 2013, o que poderia mante-lo na primeira divisão, o que acabou não acontecendo. Em 2013 o galo voltou a ser rebaixado depois de duas temporadas seguidas na primeira divisão.
Segundo seu presidente Thales Verçosa, o Rio Negro devia, até seu empossamento, cerca de R$4 milhões em dividas com a receita Federal e causas trabalhistas. O mesmo garantiu ter eliminado R$400 mil desse montante.
2014
A disputa da Segunda Divisão do Campeonato Amazonense foi suspensa pelo presidente da FAF Dissica Valério, com o objetivo de alavancar o futebol amazonense com 15 times na disputa do estadual em 2015.[5]
Títulos no Futebol
Cscr-featured.pngCampeão Invicto
Internacionais
            Competição               Títulos             Temporadas
Guiana      Torneio Internacional de Georgetown (Guiana) 1          1963
Regionais
            Competição               Títulos             Temporadas
Acre      Torneio Quadrangular Independência do Brasil 1          1974
AmazonasPará Torneio Amazonas x Pará                1        1928
Estaduais
            Competição               Títulos             Temporadas
            Campeonato Amazonense                17      (1921, 1926¹, 1927, 1931, 1932, 1938, 1940, 1943Cscr-featured.png, 1962, 1965, 1975, 1982, 1987, 1988, 1989, 1990 e 2001).¹ Torneio de cunho oficial promovido pela antiga FADA, ainda não reconhecido pela FAF.
            Taça Amazonas        9                       (1965, 1976, 1979, 1982Cscr-featured.png, 1987Cscr-featured.png, 1990, 1992Cscr-featured.png, 1998, 2003Cscr-featured.png)
            Taça Cidade de Manaus     5   (1973Cscr-featured.png, 1982, 1983, 1984, 1986)
            Taças de Terceiro Turno    1   1975Cscr-featured.png
Amazonas       Torneio de Integração do Amazonas        1          1988Cscr-featured.png
Amazonas       Torneio Inicio ACLEA       11 (1933, 1966, 1968, 1969, 1979, 1980, 1982, 1983, 1990, 1995 e 2002)
Amazonas        Torneio João Havelange  1            1960
Outras Conquistas
Estadual
¹Campeonato Amazonense de Segundos Quadros
Curiosidades
GALO MASCOTE DO RIO NEGRO

  • O jogo com maior número de gols aplicado pelo Clube foi um 10-3 sobre o clube Independência no dia 12 de Julho de 1942.
  • O maior artilheiro em uma temporada pelo Rio Negro foi Lívio com 22 gols em 29 partidas disputadas no ano de 1976.
  • O recordista de gols em uma única partida foi o jogador Indio, que marcou 5 gols na vitória do Rio Negro de 6-1 frente ao Penarol no dia 12 de Maio de 1984.
  • O gol mais rápido feito por um jogador do Rio Negro foi também o mais rápido da história do futebol Amazonense, o gol foi marcado por Carlos Alberto Silva que estreava no Rio Negro aos 10 segundos de jogo, no empate de 2-2 contra o São Raimundo no dia 22 de Junho de 1989.
  • O Rio Negro foi o primeiro Clube do Amazonas a ser homenageado por uma escola de samba do grupo especial do carnaval de Manaus, em 1997, a Mocidade Independente de Aparecida homenageou o Galo com o enredo "Skindá, Skindô, É gol!"
  • Em 2013, ano do seu centenário, o Rio Negro foi homenageado novamente por uma escola de samba do grupo especial do carnaval de Manaus, a Presidente Vargas, com o enredo "Em seus espelhos se reflete a tradição, nos esportes, garra e coração. Atlético Rio Negro Clube - 100 anos de amor e paixão".
  • O goleiro com maior tempo sem tomar gols vestindo a camisa barriga preta foi Luís Roberto, que passou exatos 802 minutos sem tomar gols, sequência quebrada por Cido, atacante do Princesa do Solimões no jogo Rio Negro 2-1 Princesa ocorrido em 29 de Julho de 1987.
  • Os recordistas de títulos pelo Rio Negro foram Luís Roberto e Kleber Brito, com 4 títulos cada um.
  • Em 1982 o Nacional fugiu do jogo final do Campeonato Amazonense contra o Rio Negro. Assim, o Rio Negro foi declarado campeão, vencendo a partida final por WxO, fato este que nunca foi esquecido pelo torcedor do clube
  • O clube é um dos poucos a utilizar um mesmo modelo de uniforme por quase toda sua existência
  • O Galo como prova de sua grandeza tem vários clones na região norte, principalmente no interior do Amazonas e Pará, e no estado de Roraima, onde está sediado o clone mais popular do Rio Negro.
  • O atacante Roberto Dinamite, grande ídolo do Vasco-RJ jogou pelo Rio Negro em um jogo no dia 12 de Dezembro de 1990, o jogo da ocasião era contra o Flamengo que venceu por 3-2, os dois gols do galo foram marcados por Dinamite.
  • O Rio Negro sempre acusou o rival Nacional de obter conquistas contestáveis, e por este motivo o clube se afastou do futebol de 1946 a 1960, o motivo deste afastamento seria um título do Rio Negro entregue injustamente ao rival.
  • Os torcedores do Rio Negro apelidaram o Nacional de "tribunaça" pelas conquistas, que segundo os "barrigas-pretas", são injustas.
  • O Rio Negro é o único da Região Norte a ter um clone profissional, o Rio Negro-RR que tem o mesmo nome, escudo, mascote e cores do clube manauara.
  • A miss Amazonas Terezinha Morango foi eleita Miss Brasil representando além do Amazonas, também o Atlético Rio Negro Clube
  • O Judô e o Jiu-Jitsu no Amazonas, começaram a ser praticados na sede social do Rio Negro, sobre a batuta do mestre Soishiro "barriga-preta" Satake, em 1915. Existe uma tese que afirma que essas práticas foram as primeiras do Judô e do Jiu-Jitsu no Brasil.
  • O clube teve durante anos a sua revista oficial, como forma de comunicação oficial com a sua grande torcida, a mais famosa delas é a "Rionegrino".
Campeonato Brasileiro - Série A
  • Os clubes que mais enfrentou pelo Campeonato Brasileiro de Futebol Série A foram o Ceará e o Paysandu, enfrentando 6 vezes cada clube, depois destes vem o rival Nacional que enfrentou 5 vezes.
  • O melhor retrospecto foi contra o Paysandu, vencendo três vezes o clube paraense, empatando uma vez e perdendo duas vezes.
  • Nilson Santos foi o atacante que mais fez gols no campeonato brasileiro pelo Rio Negro, no total vez 10 gols em 32 jogos.
  • O Atacante Jorge Cuíca foi quem mais jogou no clube atuando pelo campeonato brasileiro jogando 48 jogos; seguido pelo lateral Almir e pelo zagueiro Zé Carlos com 47 jogos disputados cada um.
  • Os três que mais jogaram foram também os três que mais venceram, sendo que cada um venceu 13 jogos com a camisa barriga-preta
  • Décio Leal foi o técnico que dirigiu o clube por mais jogos no Campeonato, dirigiu o clube em 19 jogos e venceu 6 jogos, empatou 7 e perdeu 6.
Campeonato Brasileiro - Série B
  • O clube que mais enfrentou pelo Campeonato Brasileiro da Série A foi a Tuna Luso Brasileira, clube que não venceu uma vez sequer.
  • O melhor retrospecto foi contra o Moto Clube de São Luís e Dom Bosco, com 100% de aproveitamento vencendo os dois jogos que disputou contra cada um destes clubes.
  • O pior retrospecto foi contra o Sampaio Corrêa-MA onde perdeu todos os três jogos que disputou contra este, com 0% de aproveitamento.
  • A melhor participação do clube na competição foi em 1986, quando ficou em 9º lugar, a apenas dois pontos do acesso à Primeira Divisão.
  • Foi elimado no tapetão em 1989, após eliminar o Anapolina na segunda fase do torneio e já se preparando para enfrentar o Remo de Belém, o clube foi punido com a eliminação apos a escalação irregular de um jogador contra o adversário da segunda fase.
Campeonato Brasileiro - Série C
  • Na edição de 1999, o Rio Negro teve uma das melhores medias de público dentre todas as divisões do Campeonato Brasileiro de Futebol.
  • A última participação do clube nessa competição foi em 2006, quando terminou em 16º lugar.

·         Acadêmicos do Rio Negro

·         Os Acadêmicos do Rio Negro é uma escola de samba ligada ao clube por ter sido fundada como batucada composta por torcedores do Rio Negro em 1972, sendo que em 1983 essa mesma batucada resolveu tornar-se uma escola de samba. Após muito tempo desativada, esta volta no ano de 2011 como muitas torcidas organizadas, que, animadas com o projeto do clube, resolveram se reativar. O seu primeiro samba enredo foi intitulado de “As Mil e Uma Noites nos Carnavais Rionegrinos”.

·         Símbolos

·         Hino

·         O Rio Negro possui dois hinos, um social e um esportivo, o Hino Esportivo é o mais conhecido e fora composto por Albino Ferreira Dantas, Pernambucano , Tenente-Maestro da Policia Militar do Amazonas:

·         Uniforme

·         o pimeiro projeto, feito por Edgard Lobão, primeiro presidente do clube, o uniforme do Rio Negro seria composto de calção preto, camisa branca com um escudo azul, logo Schinda Uchoa um jovém de 16 anos e principal fundador do clube alegou que no nome do clube havia bairrismo e que o nome e o escudo "deviam se confundir", logo idealizou o uniforme com o escudo atual em preto e branco como distintivo do clube, este foi aprovado pelos demais fundadores. Schinda não disse, entretanto, que nome daria para seu clube mas, sua proposta , foi a de um uniforme camisa e calção branco. Em votação venceu o alvitre do fundador. Foi assim que surgiram o negro e o branco como distintivo e uniforme do Atlético Rio Negro Clube.
·         Porém, muitos dos rionegrinos acharam, no entanto, que o uniforme estava com muito preto e pouco branco. Veio então a sugestão do fundador do clube, Schinda que dispoz uma camisa com listras verticais brancas e pretas, igual a do Botafogo Futebol Clube do Rio de Janeiro.
·         Uniforme atual
·         O uniforme do Rio Negro constitui de: camisa branca com a famosa faixa horizontal preta cortando-a ao meio (daí o apelido "Barriga-preta"), com calção e meias pretas. A combinação de cores é invertida no segundo uniforme. O calção e os meiões tradicionalmente são pretos.
·         O clube usa da cor vermelha nas numerações de camisa, e geralmente o escudo fica ao centro, porem em vários anos o escudo ficou no tradicional canto esquerdo-superior. Atualmente o clube trabalha com a Neo Sports para fornecimento de materiais esportivos, já trabalhou por muito tempo com Nell, Topper e Adidas, entre outras.

·         Escudo

·         O escudo do Rio Negro é constituído de um círculo preto com seis furos vazados (quatro embaixo e dois em cima) e um as letras ARNC dentro do círculo. As Letras ARN estão dispostas em sequência com o C sobreposto a elas. Por algumas vezes se utilizou quatro estrelas acima do escudo, que simbolizaram o tetra amazonense de 1987-1988-1989-1990.
·         Se não fosse pela existência de um clube com nome e escudo idênticos no estado de Roraima, o Rio Negro teria um escudo singular, já que no mundo nenhum outro clube tem um escudo ao menos parecido. O escudo do galo alvinegro transmite imponência, sendo um escudo reconhecível no meio de tantos a qualquer um que entenda de futebol.

·         Acrônimo

O Rio Negro tem um acrônimo que representa um símbolo, este acrônimo é tão simbólico que foi desenhado em uma das piscinas do Parque Aquatico e também estampou a camisa do clube como símbolo principal em vários anos, como por exemplo em 1982, quando o time campeão, trajava um uniforme todo preto com o acrônimo em vermelho na foto oficial de Campeão. Nesse mesmo ano, em várias ocasiões, o clube jogou usando o acrônimo como símbolo maior.
Cores
As cores principais do clube são o Preto e o Branco, o que dá ao clube a alcunha de alvinegro. A cor preta deve-se a homenagem feita ao rio homônimo e suas águas escuras.
Mascote
O mascote da equipe é o galo, provavelmente desde os anos 60. Sobre o Galo, os torcedores chamam o clube carinhosamente de:
  • Galo Carijó;
  • Galo Esporão de Ouro;
O mascote por muitos anos entrava em campo acompanhado de crianças, essas que deveriam ter boas notas na escola pra receber o prêmio de entrar com o simbolo em campo antes dos jogos do Rio Negro. Hoje em dia não é possível encontrá-lo em jogos do clube.
Bandeira
O Galo Alvinegro tem oficialmente duas bandeiras:
  • Esportiva: Desenhada por Carvalinho, tem um losango branco acompanhado de uma faixa preta central(em maior largura)e duas mais finas a margeando, com o escudo no topo esquerdo.
  • Social: Bandeira das atividades sociais do clube, diferencia-se da esportiva pela ausência das duas faixas menores, foi desenhada por Ariolino Azevedo e Oscar Maia.
A bandeira mais utilizada é a de um losango preto com uma faixa branca central e o escudo precisamente no meio deste. Existe ainda outra bandeira muito utilizada com características inversas, ou seja um losango branco com uma faixa preta ao centro com o escudo.
Alcunhas
  • Barriga Preta – Apelido recebido há muito tempo, talvez desde os anos 30, quando ganhou muitos torcedores. O apelido faz referencia ao tradicional uniforme com a faixa preta na parte mais central do abdome. Depois de um tempo, o apelido foi dado à torcida, o clube foi chamado de "clube barriga-preta". Este por muito tempo foi o maior sinônimo da torcida do clube.
  • Galo da Praça da Saudade - O Rio Negro está sediado na Rua Epaminondas, que margeia a Praça conhecida popularmente como Praça da Saudade. Somando-se a isso o fato do mascote principal e único do Rio Negro ser o galo, o clube foi chamado por este apelido. Na época, era comum ligar os principais clubes aos locais onde ficavam suas sedes sociais.
  • Galo Gigante do Norte - Logo nos primeiros anos de participação no Campeonato Brasileiro de Futebol o Rio Negro não fazia feio, jogava com raça, os mais importantes veículos de comunicação regional, além de muitos torcedores o chamavam carinhosamente de Galo Gigante do Norte, ou, o "Único galo do norte".
  • Alvinegro Amazonense e Alvinegro – Isso se deve às cores do clube, o Preto e o Branco. O clube também já foi chamado de "Gigante Alvinegro", "O Alvinegro do Norte" entre outros.
  • A Raça Mais Forte – Se deve ao fato do clube ter como mascote o galo, como o galo tem várias espécies, desde os mais fracos até os bravos galos de briga, então o raça do galo alvinegro é “a raça mais forte”. A torcida “Mancha Negra” utiliza em suas faixas a frase “Nossa raça é a mais forte”.
  • Imortal do Amazonas – O Rio Negro passou por várias baixas na sua história, passou 14 anos sem jogar futebol oficialmente e ao voltar encontrou sua torcida fiel nos estádios. Depois o lamentável afastamento de 1977, na volta foi feito um verdadeiro carnaval na Praça da Saudade. E ainda os dois rebaixamentos seguidos no campeonato estadual, porem o clube ainda assim tinha muitos torcedores e ainda era lembrado por desportistas de Manaus, sendo que muitos torcedores ao serem questionados por ainda torcerem fanaticamente pelo clube falavam “Pra mim o Rio Negro é imortal”.
  • O afluente amazônico – fora conhecido assim na sua primeira participação do campeonato brasileiro, tendo grande destaque quando teve um belo inicio de campeonato.
  • Alinhaderrimo - Devido ao seu alinhamento em campo, a sua excelente postura dentro das quatro linhas, o clube alvinegro foi chamado pelos torcedores de "alinhaderrimo", isso nas décadas passadas que foram até o inicio do profissionalismo. A alcunha bem única perdurou bom um bom tempo, até, ser totalmente esquecida.
  • Clube líder da Cidade - Ganhou este apelido nos anos 40.
Ídolos e Grandes atletas
  oberto Berdana(A) - O clube amazonense tem como um dos seus maiores artilheiros o atacante Roberto Almeida Jorge Elias, amazonense, que jogou futebol pelo clube na década de 60 onde marcou muitos gols. Roberto tinha um chute forte e preciso, popularmente é conhecido no Brasil e na Europa como Berdana, e deu muitas alegrias a torcida do "galo" sendo o primeiro atacante na história do futebol mundial a marcar gols chutando a bola de bico no ar (sem deixar a bola cair no chão), feito inédito na história do futebol. Roberto, por ter atuado pelo clube durante muitos anos, recebeu o título de sócio benemérito no dia 13 de novembro de 1975.
  Ademir(MC); Meia Armador pernambucano, deu muitas glórias ao clube onde jogou de 1964 a 1969, sendo participante ativo do título de 1965.
  Amaury(G)
  Reinaldo: grande futebolista mineiro que atuou pelo Rio Negro no ano de 1983.
  Denilson (V): Atuou no clube barriga-preta no ano de 1973, disputando parte do Campeonato Amazonense e todo o Campeonato Brasileiro de Futebol do mesmo ano.
  • Silva (A): Fez oito partidas pelo clube alvinegro no Campeonato Brasileiro de Futebol de 1973.
  • Bezerrinha, (A), natural de Tefé fez parte do grupo de ataque barriga-preta que ficou conhecido como "Os granadeiros" e foi campeão pelo clube. Ficou apenas dois anos no futebol de Manaus, por exigencias familiares parou de jogar aos 20 anos de idade.
  • Catita (Z) ; Zagueiro vigoroso, Catita começou na base do Olímpico Clube e Cliper, transferiu se para o Rio Negro em 1960 onde foi titular absoluto por mais de 8 anos e consquistou dois campeonatos estaduais. Catita era considerado o jogador mais violento e temido de seu tempo.
  • Maravilha (Z), jogador que foi bicampeão paraense, veio a Manaus para atuar no galo.
  • Clóvis, o Aranha Negra(G), Natural de Parintins, Clóvis foi um grande goleiro da década de 70, era considerado um dos melhores goleiros nortistas da época, apesar de poucas conquista o goleiro é considerado o melhor de toda a história do clube. Clóvis tinha uma marca que consistia em usar uma toalha vermelha e jogar todo de preto
  • Luizinho “Mão de Grude”(G), grande goleiro da década de 40
  • Iano (G), Iano Monteiro foi um grande goleiro da década de 40, começou no Nacional e mais tarde se transferiu pro Galo onde ficou cerca de 8 anos e foi tricampeão amazonense.
  • Iane (G), grande goleiro, foi campeão em 1975 em uma final contra o Nacional. Iane sempre recorda um jogo em que jogou com garra e segurou o empate pelo clube perante o Atlético-MG em pleno Mineirão.
  • Luís Florêncio (L)
  • Horácio(A), um dos maiores atacantes que fizeram história no Rio Negro, fez parte dos quadros campeões pelo clube em 1962 na final contra o Nacional, e 1965 em outra decisão contra o clube azulino.
  • Marcus Paiva(G), Outro goleiro que começou no Nacional, Marcus foi para o Paysandu de Belém e voltou a Manaus em 1960 para defender o clube alvinegro.
  • Marcílio (Z), Lateral esquerdo da década de 40, o grande jogador iniciou sua carreira no Fast Clube e ganhou destaque no Rio Negro onde foi campeão de 1943 e de direito em 1945. Naquele período formou com Amancio e Darcy a sólida defesa barriga-preta até 1946 quando o Galo saiu do futebol.
  • Rolinha (V) Meia de Armação dos anos 60 e 70
  • Val, Edval Conte dos Santos (L)
  • Orlando Rabelo(MC) – Era um promissor meio de campo que surgiu no galo em 1960, porém uma contusão encerrou sua carreira ainda no início.
  • Luís Roberto(G), natural do interior paulista foi grande goleiro defendendo o Rio Negro e seus maiores rivais Fast Clube e Nacional. Pelo Rio Negro foi campeão em todos os anos do tetracampeonato alvinegro, sendo que ele ganhou grande destaque e foi por muitas vezes escolhido pela imprensa o melhor goleiro do Amazonas da época.
  • Tobias (G): veio para o Galo com 33 anos e jogou no clube no ano de 1982, foi campeão pelo clube e disputou o Campeonato Brasileiro daquele mesmo ano.
  • João Carlos Cavalo
  • Castilho
  • Edson Angelo (Z), precedente de Recife, e indicado por "Amemir o maestro" veio para o Rio Negro, sendo que estreou no Rio-Nal histórico vencido por 7-2 pelo clube alvinegro. Não demorou dois anos com a camisa alvinegra
  • Jason(A), oriundo de Macapá, Jason brilhou e foi campeão pelo galo em 1987 quando foi artilheiro do clube fazendo 19 gols em 19 jogos. No ano seguinte estava jogando no Atlético-MG onde fez o gol do título do clube mineiro.
  • Kleber Brito(Z), defendeu o galo da praça da saudade no período de 1983 a 1990 e fez parte dos elencos que conquistaram o maior feito do clube, o tetracampeonato amazonense de 87-90. Por sua grande atuação, o atleta recebeu uma placa de prata do clube barriga-preta.
  • Luís Darque (A), paraense natural de Ananindeua, foi contratado junto ao Olímpico.
  • Bismark(Bismark Nascimento Aguiar), formado nas divisões de base do Galo, fez o gol do tetracampeonato em 1990 e depois foi vendido ao Santo André (SP), chegou a ser cogitado pelo São Paulo do "Mestre" Telê Santana, mas os clubes não chegaram a acordo. Fez carreira em Portugal.
  • Orange - Jogou no galo em 1975 e 1976 na posição de ponta-direita.
  • Paulo Galvão - Um dos maiores zagueiros do norte do país nos anos 80, começou a carreira muito cedo, ainda muito jovem foi campeão estadual pela extinta Rodoviária, depois foi inúmeras vezes campeão pelo Nacional e foi bicampeão pelo Rio Negro em 87 e 88, mesmo sendo adversário muitas vezes foi sempre respeitado pela torcida do GALO, por isso foi muito bem recebido no clube.
  • Iane Geber(G) - Consiederado um grande goleiro na década de 70, Iane Geber foi campeão amazonense em 1975 e saiu do Rio Negro em 1978 para jogar no Clube do Remo do Pará onde não foi bem aproveitado.
  • Marinho MacapáAmapaense que fez história em Manaus onde é até hoje o jogador que mais foi campeão amazonense.
  • Cláudio Coelho Nascido em Manaus a 9 de maio de 1917. Jogou futebol e treinou equipes durante 30 anos. Um campeão como jogador e como técnico. Foi ídolo da torcida, goleador elegante, líder respeitado, valente, disposto a decidir na porrada se necessário quando via seu time prejudicado. Criou alguns casos dentro e fora de campo, mas só foi expulso uma vez no início de sua longa carreira. Os adversários achavam-no um jogador apenas rompedor de muita sorte para fazer gols e incapaz de dar um chute com a perna esquerda.[13]
Artilheiros
Os artilheiros que o Rio Negro fez durante todo o campeonato profissional foram:

  • 1965 - Sabá Burro Preto, 10 gols em 12 jogos
  • 1966 - Sabá Burro Preto, 8 gols em 9 jogos
  • 1969 – Santos, 9 gols em 11 jogos
  • 1972 – Santarém, 6 gols em 11 jogos
  • 1976 – Lívio, 22 gols em 29 jogos
  • 1982 – Índio, 9 gols em 10 jogos
  • 1983 – Tita, 14 gols em 20 jogos
  • 1986 – Wolney, 15 gols em 12 jogos
  • 1987 – Jason, 19 gols em 19 jogos
  • 1990 – Marcão, 7 gols em 9 jogos
  • 1992 – Humberto, 9 gols em 17 jogos
RIO NEGRO 1913

RIO NEGRO 1918

RIO NEGRO 1928 Luciano; Tininga e Oliveira; Catita, Maluco e Osvaldo; Augusto, Vidinho, Cyro, Waldemar e Jacy.

RIO NEGRO 1939

RIO NEGRO 1943

RIO NEGRO 1943

RIO NEGRO 1961

RIO NEGRO 1969

RIO NEGRO 1973  Em pé ZéRaimundo PedroHamilton falecido Marinho Nery Hélito e Casemiro falecido Agachados Silvinho JorgeCuíca Bahia Ferreira e Sarão

RIO NEGRO 1973

RIO NEGRO 1973

RIO NEGRO 1976 Em pé Helinho MisaelPaulada Bira Adilson GeraldoGalvão e JúlioCésar Agachados LuisCosme Cacá Lívio Alexandre e Jurandi

RIO NEGRO 1979


RIO NEGRO 1982

RIO NEGRO 1982 Dalmo, Tobias, Marcão, Darinta, Tonho e Jair.  Pedrinho, Patrulheiro, Alcino, Berg e Tiquinho

RIO NEGRO TRI

RIO NEGRO 1982

RIO NEGRO 1982

RIO NEGRO 1985

RIO NEGRO 1985

RIO NEGRO 1986

RIO NEGRO 1986

RIO NEGRO 1987

RIO NEGRO 1987

RIO NEGRO 1990

RIO NEGRO 1992

RIO NEGRO 2001

RIO NEGRO 2008

RIO NEGRO 2010

RIO NEGRO 2012

RIO NEGRO 2014

CLOVIS O ARANHA NEGRA

MARCUS

ROBERTO DINAMITE NO RIO NEGRO DE MANAUS


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